quarta-feira, 22 de maio de 2019

A raça humana é formada por dois tipos de seres


Os que nasceram para glória e os nascidos para desgraça, seres inúteis que só servem para consumir os insumos terrestres. Sugam o ar, a água, a comida... São fracassos da criação com um vazio de caráter, que tem sua existência vinculada à desordem, ao caos e mesmo que tentem, jamais serão capazes de emanar energias positivas já que são a própria sombra do hades. São cânceres de tormento em meio aos seres vivos que só existem para promover a anarquia e exalar o tormento que vivem suas almas nuas. Seres como estes devem ser evitados para não contaminar as almas puras e, se cruzarem com seres desta estirpe, mostre sua pena, pois suas almas inferiores estão condenadas e só podem viver sob o sucesso alheio, já que são incapazes de subsistir sem a existência dos seres límpidos, claros, transparentes, dos quais eles sugam a energia para garantir mais alguns momentos sob a terra, pois a morte os levará ao vale de tormentos de onde suas almas infernais escaparam. Não há presídios que os corrija ou conselhos que lhes mude a vida, pois suas almas negras, sujas e sombrias sangram veneno que os corrói por dentro e os coloca cada vez mais fundo em seus próprios fracassos, fazendo-os enxergar suas almas nuas.

Então, quando se deparar com pessoinhas da estirpe desta indivídua do extrato, vinda das profundezas do inferno e contar apenas com perdas materiais, sinta-se lisonjeado(a) em sair intacto, pois as almas sombrias vivem para atormentar os puros de coração.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Socialismo: Obcecado por Raças

por Marian L. Tupy*
Falando ao jornal Los Angeles Times em agosto passado, a co-fundadora do movimento Black Lives Matter [Vidas Negras são Importantes], Patrisse Cullors, afirmou que o BLM não se sentaria à mesa com o presidente Trump porque ele “é literalmente a epítome do mal, todos os males deste país – seja racismo, capitalismo, sexismo, homofobia”.

À parte as opiniões e ações de Trump, chamar o capitalismo de maligno e juntá-lo ao racismo é digno de nota. O mesmo vale para a tendência crescente entre ativistas da justiça social de abraçar a agenda econômica da esquerda.

Tanto que Ryan Cooper, colunista da revista The Week, que co-fundou o BLM do Reino Unido, exortou seus seguidores a “Combater o racismo com a solidariedade. Combater o capitalismo com o socialismo. Devemos nos organizar – nos dedicar ao poder político revolucionário”.

O Black Lives Matter Movement, uma organização britânica distinta, foi fundado por Gary McFarlane, representante do Partido dos Trabalhadores Socialistas, que escreve para a Socialist Review e para a Socialist Worker, e alega que “O capitalismo é racista dos pés à cabeça”. Seus co-fundadores, incluindo Kate Hurford, Harold Wilson e Naima Omar, também escreveram para essas duas publicações.

Há, em outras palavras, um crescente pressuposto entre ativistas da justiça racial de que mais socialismo resultaria em menos racismo e, até, que o socialismo é, em si mesmo, antirracista. Mas não há, na verdade, nenhuma conexão necessária entre o socialismo e o antirracismo, como um exame mais minucioso de textos socialistas antigos revela com folga.

Para começo de conversa, é importante notar que o significado da palavra “raça” mudou com o tempo. Hoje, a maioria das pessoas pensam em raças em termos de cor, como em “negro” e “branco”. Historicamente, no entanto, raça era também um sinônimo para nação ou, até, família. Em seu livro de 1933, Marlborough: Sua Vida e Seu Tempo, Winston Churchill observou: “Profundo no coração do estado e da raça prussiana estava o antagonismo pela França”. A artista inglesa Mary Granville, por sua vez, se referia à família de Churchill como a “raça Marlborough” em seu livro de 1861, Autobiografia e Correspondência.

Mas a raça, se entendida de forma estrita (negro e branco) ou ampla (cor da pele, nação e família), sempre foi parte do pensamento socialista. Em 1894, por exemplo, Friedrich Engels escreveu uma carta ao economista alemão Walther Borgius. Nela, Engels observou: “Consideramos condições econômicas como aquilo que determina em última análise o desenvolvimento histórico, mas a raça é em si um fator econômico”.

Em suas Notas a Anti-Düring, Engels elaborou sobre o assunto da raça, observando “que a herança de características adquiridas se estendia … do indivíduo à espécie”. Ele continuou, “Se, por exemplo, entre nós os axiomas matemáticos parecem autoevidentes para qualquer criança de oito anos, sem necessidade de provas, que são resultado unicamente da ‘herança acumulada’. Seria difícil ensiná-las a um bosquímano ou a um negro australiano”.

É notável que Engels escreveu essas palavras 16 anos antes que Francis Galton, escrevendo à Macmillan’s Magazine, instou a humanidade a tomar controle de sua própria evolução por meio de “bons cruzamentos” ou eugenia. Por falar nisso, Sidney e Beatrice Webb, que eram socialistas e eugenistas, lamentaram a queda da taxa de natalidade entre as assim chamadas raças superiores na New Statesmen, em 1913. Eles alertaram que “uma nova ordem social [seria] desenvolvida por uma ou outra das raças de cor, o negro, o cafre ou o chinês”.

Che Guevara, o revolucionário argentino e amigo do ditador cubano Fidel Castro, deu sua opinião sobre raças em seu livro de memórias Diários de Motocicleta, de 1952, escrevendo que “O negro é indolente e preguiçoso e gasta o seu dinheiro em frivolidades, enquanto o europeu é prudente, organizado e inteligente”.

Além de racistas, textos socialistas antigos chamavam explicitamente pelo genocídio de povos retrógrados. A mistura tóxica dessas duas ideias antiliberais resultaria em ao menos 80 milhões de mortes ao longo do século XX.

No jornal New York Tribune, em 1853, Karl Marx chegou perto de defender o genocídio, escrevendo que “As classes e as raças fracas demais para dominar as novas condições de vida devem ceder seu lugar”. Seu amigo e colaborador, Engels, foi mais explícito.

Em 1849, Engels publicou um artigo no jornal de Marx, Neue Rheinische Zeitung. Nele, Engels condenou as populações rurais do Império Austríaco por entusiasticamente falharem em participar da revolução de 1848. Esse foi um momento seminal, cuja importância não se pode exagerar.
“Do artigo de Engels em 1849 até a morte de Hitler”, escreveu George Watson em seu livro de 1998, A Literatura Perdida do Socialismo, “todos que defendiam o genocídio chamavam a si mesmos de socialistas”.
Então, o que Engels escreveu?
“Dentre todas as grandes e pequenas nações da Áustria, somente três típicas portadoras do progresso tiveram um papel ativo na história, e ainda retêm sua vitalidade – os alemães, os polacos e os magiares. Daí, eles são agora revolucionários. Todas as outras nacionalidades e povos grandes e pequenos estão destinados a perecer em breve na tempestade revolucionária mundial. Por essa razão são agora contrarrevolucionários.”
“Os alemães e magiares da Áustria serão libertados e vingar-se-ão sangrentamente dos bárbaros eslavos”, continuou ele. “A próxima guerra mundial resultará no desaparecimento da face da Terra não apenas das classes e dinastias reacionárias, mas também de povos reacionários inteiros. E isso, também, é um passo à frente.”
Aqui Engels previu claramente os genocídios do totalitarismo do século XX em geral e do regime soviético em particular. De fato, Josef Stálin amava o artigo de Engels e comentava sobre ele para seus seguidores em As Fundações do Leninismo, de 1924. Ele então avançou à supressão das minorias étnicas soviéticas, incluindo judeus, tártaros da Crimeia e ucranianos.

Adolf Hitler, que admirava Stálin por sua crueldade e o chamava de “gênio”, foi também muito influenciado por Marx. “Aprendi muito com o marxismo”, disse Hitler, “como não hesito em admitir”. Durante a juventude, Hitler “nunca evitava a companhia de marxistas” e acreditava que enquanto o “social-democrata pequeno-burguês … jamais fará um Nacional Socialista … o comunista sempre fará”.

As “diferenças com os comunistas” de Hitler, argumentou Watson, “eram menos ideológicas que táticas”. Hitler adotou o nacionalismo alemão de modo a “não competir com o marxismo em seu próprio campo”, mas reconheceu explicitamente que “‘a totalidade do nacional socialismo’ era baseada em Marx”. Portanto, não é de se surpreender que a Alemanha Nazista, com seus campos de concentração e polícia secreta onipresente, veio a lembrar tanto a União Soviética.

Quanto os nazistas aprenderam com os soviéticos?

Em suas memórias publicadas em 1947, Comandante de Auschwitz: A Autobiografia de Rudolf Hoess, Hoess lembrou que os alemães sabiam do programa de extermínio soviético de inimigos do Estado através de trabalhos forçados desde 1939. “Se, por exemplo, ao construir um canal os internos de um campo [soviético] fossem exauridos, milhares de kulaks [fazendeiros atacados por Lênin e Stálin como ‘burgueses’] ou outros elementos não confiáveis novos eram convocados, que, por sua vez, seriam consumidos”. Os nazistas usariam a mesma tática com os trabalhadores escravos judeus, por exemplo em fábricas de munição.

Após a sua invasão da União Soviética em 1941, escreveu Watson, os alemães coletaram informações sobre a imensa escala do sistema de campos soviéticos e ficaram impressionados com “o preparo soviético para destruir categorias inteiras de pessoas através de trabalhos forçados”.

Depois que a guerra terminou, Stálin estava profundamente preocupado com o que os alemães sabiam a respeito do sistema de campos soviéticos e dos crimes que os soviéticos cometeram nos territórios que conquistaram após a assinatura do Pacto de Molotov-Ribbentrop. Ele mandou Andrey Vyshinsky, o arquiteto do Grande Expurgo de Stálin (1936-1938), a Nuremberg para desviar a atenção do tribunal de crimes de guerra de linhas investigativas inconvenientes.

Hoje sabemos do número agregado de pessoas que morreram como resultado do experimento socialista, mas o terror comunista continua a ser coberto por uma névoa ontológica. Dessa forma, o extermínio dos judeus pelos nazistas é geralmente condenado como um exemplo de ódio racial. Em contraste, o extermínio soviético de grupos específicos de pessoas é geralmente visto como uma parte muito menos tóxica da “luta de classes”.

A teoria marxista da história focou-se na luta de classes e supôs que o feudalismo estava destinado a ser substituído pelo capitalismo. O capitalismo, por sua vez, estava destinado a dar caminho ao comunismo. Marx considerava a si mesmo principalmente com um cientista e pensava que tinha descoberto uma lei imutável da evolução das instituições humanas, do barbarismo em um extremo ao comunismo no outro. (Daí a ideia do “socialismo científico” que Engels promoveu depois da morte de Marx.)

Povos que haviam parado no feudalismo, como os eslavos, “e também bascos, bretões e escoceses das terras altas” não poderiam progredir direto do feudalismo para o comunismo. Eles teriam de ser exterminados – de modo a não atrasar todos os outros! Watson observou, “Eles eram lixo racial, como Engels os chamou, e só serviam para o monte de estrume da história”.

Como, então, devemos pensar em socialismo e raça? E a resposta a essa pergunta incidiria sobre a distinção que foi feita entre as atrocidades nazistas e as comunistas?

Em seu livro de 1902, Antecipações da Reação ao Progresso Mecânico e Científico sobre a Vida e o Pensamento Humanos, H. G. Wells escreveu, “Há uma disposição no mundo, de que os franceses partilham, de subestimar grosseiramente a perspectivas de todas as coisas francesas, derivada, até onde sei, dos fatos de que os franceses foram derrotados pelos alemães em 1870, e de que eles não copulam com as fezes de coelhos ou negros”.
“Devo confessar”, continuou ele, que “não vejo o negro e o irlandês pobre e todas as varreduras emigrantes da Europa, que constituem o grosso do Abismo Americano, se unindo para formar aquele grande partido socialista”.
Note a facilidade com que o escritor socialista de best-sellers como A Máquina do Tempo (1895), A Ilha do Dr. Moreau (1896), O Homem Invisível (1897) e Guerra dos Mundos (1898) mistura brancos atrasados a negros atrasados.

Para Wells, ambos eram primitivos e, consequentemente, inaptos para serem os portadores da chama do socialismo. Isso está em perfeita conformidade com a teoria da história de Marx, que era, por definição, universal em sua aplicabilidade. A criação da utopia socialista, portanto, dependia do extermínio de todas as raças, entendidas amplamente, que fossem um empecilho à revolução socialista. Como tais, incluíam “bosquímanos” negros e bretões brancos.

Contrariamente a Marx, a utopia de Hitler não era universal. Hitler, líder do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei), queria criar o socialismo apenas em um país, a Alemanha. O ódio de Hitler por judeus, por exemplo, tinha parcial raiz em sua crença de que o capitalismo e a judiaria mundial eram dois lados da mesma moeda. Como ele notoriamente perguntou uma vez, “De que forma, como um socialista, você consegue não ser um antissemita?”

Para atingir os seus objetivos socialistas, escreveu Götz Aly em seu livro de 2008, Os Beneficiários de Hitler: Pilhagem, Guerra Racial e o Estado de Bem-Estar Social Nazista, os alemães confiscaram ouro, comida, roupas e máquinas ao longo dos territórios que conquistaram. Também obrigavam os povos subjugados a trabalhar em campos de trabalhos forçados e extermínio, além de fábricas.

Concluindo, a velha distinção entre os crimes do Nacional Socialismo (como puramente racista) e o socialismo propriamente dito (como livre de um componente racial) parece insustentável. Ambos os perpetradores das atrocidades nazistas (isto é, os alemães) e as suas vítimas, incluindo os judeus e os eslavos, eram brancos. Dessa forma, as atrocidades nazistas não fazem muito sentido na definição estrita de racismo (isto é, negro versus branco). Fazem sentido de fato no contexto maior – a necessidade percebida de exterminar todos os povos que fossem obstáculos à consecução do ideal utópico de Hitler.

Mas o mesmo pode ser dito sobre as atrocidades comunistas. Os primeiros socialistas certamente brincaram com a ideia da inferioridade racial das raças mais negras (isto é, definição estrita do racismo), mas no fim adotaram um programa de genocídio que era mais abrangente. O melhor que pode ser dito dos socialistas, portanto, é que suas vítimas foram, de acordo com as aspirações universais do marxismo, mais diversas que as de Hitler. Esperamos que esse não seja o tipo de inclusividade que o Black Lives Matter em ambos os lados do Atlântico busca.

***

* Marian L. Tupy é analista sênior de política no Centro pela Liberdade e Prosperidade Global no Instituto Cato. Publicação original: CAPX, 10 de novembro de 2017.

A Palavra Filosofia

A palavra filosofia é grega. É composta por duas outras: philo e sophia. Philo deriva-se de philia, que significa amizade, amor fraterno, respeito entre os iguais. Sophia quer dizer sabedoria e dela vem à palavra sophos, sábio.

Filosofia significa, portanto, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber. Filosofo: o que ama a sabedoria tem amizade pelo saber, deseja saber. Assim a filosofia indica um estado de espírito o da pessoa que ama, isto é, deseja o conhecimento, o estima, o procura e o respeita.

Pitágoras de Samos teria afirmado que a sabedoria plena e completa pertence aos deuses, mas que os homens podem desejá-la ou amá-la, tornando-se filósofos. “Quem quiser ser filosofo necessitara infantilizar-se, transformar-se em menino”. (M. Garcia Morente).

Filosofia (do grego Φιλοσοφία, philia = amor, amizade + sophia = sabedoria) modernamente é uma disciplina, ou uma área de estudos, que envolve a investigação, análise, discussão, formação e reflexão de ideias (ou visões de mundo) em uma situação geral, abstrata ou fundamental. Originou-se da inquietação gerada pela curiosidade humana em compreender e questionar os valores e as interpretações comumente aceitas sobre a sua própria realidade. As interpretações comumente aceitas pelo homem constituem inicialmente o embasamento de todo o conhecimento.

Estas interpretações foram adquiridas, enriquecidas e repassadas de geração em geração. Ocorreram inicialmente através da observação dos fenômenos naturais e sofreram influência das relações humanas estabelecidas até a formação da sociedade, isto em conformidade com os padrões de comportamentos éticos ou morais tidos como aceitáveis em determinada época por uma determinado grupo ou determinada relação humana.

A partir da Filosofia surge a Ciência, pois o Homem reorganiza as inquietações que assolam o campo das ideias e utiliza-se de experimentos para interagir com a sua própria realidade. Assim a partir da inquietação, o homem através de instrumentos e procedimentos equaciona o campo das hipóteses e exercita a razão. São organizados os padrões de pensamentos que formulam as diversas teorias agregadas ao conhecimento humano. Contudo o conhecimento científico por sua própria natureza torna-se suscetível às descobertas de novas ferramentas ou instrumentos que aprimoraram o campo da sua observação e manipulação, o que em última análise, implica tanto na ampliação, quanto no questionamento de tais conhecimentos.

Neste contexto a filosofia surge como “a mãe de todas as ciências”. Didaticamente, a Filosofia divide-se em:
  • Lógica: trata da preservação da verdade e dos modos de se evitar a inferência e raciocínio inválidos.
  • Metafísica ou ontologia: trata da realidade, do ser e do nada.
  • Epistemologia ou teoria do conhecimento: trata da crença, da justificação e do conhecimento.
  • Ética: trata do certo e do errado, do bem e do mal.
  • Filosofia da Arte ou Estética: trata do belo.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

O Mecanismo da Netflix e o trabalho da Lava Jato


O Mecanismo é uma série da Netflix e retrata os acontecimentos da Lava Jato que levou à prisão centenas de vagabundos de colarinho branco e continua conectando seres inúteis e sanguessugas ao grande bloco que se tornou esta investigação que envolve a esplendida Polícia Federal e o grandioso Ministério Público que unidos tentam limpar a escória do Brasil.

Abaixo segue alguns dos personagens e suas respectivas figuras representativas na vida real:

1. Delegado da Polícia Federal
Um dos protagonistas, Selton Mello interpreta Marco Ruffo, inspirado em Gerson Machado, delegado da Polícia Federal envolvido no início da investigação.
2. Doleiro
O doleiro Alberto Youssef na série é o personagem Roberto Ibrahim, interpretado por Enrique Díaz.
3. Juiz Sérgio Moro
Sérgio Moro, juiz responsável por comandar o julgamento em primeira instância da Operação Lava Jato, é o papel vivido por Otto Jr., do Juiz Rigo.
4. Lula
Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do Brasil, é representado no seriado como sendo João Higino, papel de Arthur Kohl.
5. Dilma
A ex-presidente Dilma Rousseff, por sua vez, pode ser associada ao papel da também ex-presidente Janete Ruscov (Sura Berditchevsky) 
6. Temer
Michel Temer é o vice-presidente Samuel Thames, feito por Tonio Carvalho.
7. Delegada
Verena Cardoni, personagem da atriz Caroline Abras é inspirado na delegada da Polícia Federal Erika Marena, que atou na Operação Lava Jato.
8. Ex-diretor da Petrobras
Envolvido no esquema de corrupção, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa inspirou João Pedro Rangel, papel interpretado por Leonardo Medeiros.
9. Odebrecht
O empreiteiro Marcelo Odebrecht envolvido na Lava Jato é na série Ricardo Brecht, personagem de Emílio Orciollo Neto.
10. Aécio Neves
Lúcio Lemes, papel de Michel Bercovitch na série, foi baseado no senador Aécio Neves.
11. Ex-ministro da Justiça
Marcio Thomaz Bastos, ex-ministro da justiça durante o governo de Lula, inspirou o personagem Dr. Mário Garcez Britto (Pietro Mario).
12. Rodrigo Janot
Procurador Geral da República, Rodrigo Janot inspirou o papel de Lionel Ficher.
13. Doleira
A doleira Nelma Kodoma, flagrada com dinheiro na calcinha, foi quem baseou o papel de Alessandra Colassanti, que vive Wilma Kitano na série

Mensagens


terça-feira, 7 de maio de 2019

Capoeira: arte marcial trabalha flexibilidade

Atividade é a luta preferida das mulheres por modelar bem as formas.
     A capoeira é uma luta disfarçada de dança gingada em seus primórdios por escravos angolanos em solo brasileiro. Eles se reuniam em grupos próximos às senzalas em locais que exibiam um tipo de vegetação baixa, a chamada capoeira. Utilizando música e movimentos ritmados, os escravos faziam mais do que se manter aptos a lutar. Através da atividade se mantinham unidos e sadios, tanto física quando emocionalmente. 
     Apesar de ser uma luta e seus golpes conterem o potencial de agredir seriamente o adversário, acapoeira geralmente é praticada no estilo de dança, como forma de preservar uma herança cultural. Como todo exercício físico, a capoeira oferece benefícios a quem a pratica. 
     Para quem precisa perder peso ou quer investir definir a forma, o lutador acrescenta: "Sem dúvida, os movimentos acrobáticos da capoeira e sua intensa queima de calorias é perfeito para quem quer emagrecer". 
     A predominância ainda é masculina, mas as mulheres também começam a ser seduzidas pelos benefícios físicos e pelo seu ritmo. Assim como as artes marciais em geral, a capoeira exige e proporciona flexibilidade, agilidade, atenção, foco e concentração. "Os grandes mestres sugerem que sempre que possível o lutador deve manter pelo menos dois pontos de apoio no chão em cada golpe, desta forma, quando se chuta, as mãos apoiam o equilíbrio do corpo tocando no chão".
     Se, além de chutar é preciso equilibrar, todo tecido muscular acaba ficando definido já que o corpo todo faz esforço. "Ainda que aparentemente trabalhe apenas as pernas, na verdade, a capoeira trabalha todos os grupos musculares. Os braços dão apoio a praticamente todos os movimentos", diz. 
     Para começar a modalidade não é preciso conhecimento prévio, mas é sempre bom consultar um médico. Por ser um exercício altamente aeróbico, é indicado consultar um cardiologista e se certificar de que vai tudo bem com o coração. 

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Presidente Jair Bolsonaro em Silvio Santos - SBT


Mensagens: Nelson Rodrigues


Ranking da Educação Mundial - Brasil

Entenda os dados do Brasil
Nem sempre uma única estatística basta para divulgar um panorama exato da realidade. Na maioria das vezes, o procedimento mais comum é examinar diversos dados e estudos para compreender, de fato, o que está em jogo. Mas quem analisa o ranking de educação mundial se depara com um cenário preocupante: a amarga posição do Brasil diante de um tema tão importante.
     Apesar de desalentadora, a situação traz novas perspectivas para o futuro. Afinal, se há uma questão unânime nesse resultado é que o país precisa investir (e muito) em educação. Não basta acompanharmos os avanços da era digital e os desafios que ela nos apresenta — é preciso adquirir competências para navegar nesse mundo novo.
     A seguir, apresentaremos os principais dados do Brasil no mais recente ranking de educação mundial, além de algumas observações para que essa realidade possa ser transformada o quanto antes. 
O que é o Pisa?
Realizado a cada três anos, o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) tem o objetivo de gerar indicadores que possam contribuir para a discussão da qualidade educacional nos países participantes. Assim, políticas de desenvolvimento para o ensino básico podem ser subsidiadas.
     O programa também tem o propósito de verificar até que ponto as instituições públicas e particulares de cada nação estão preparando os alunos para exercerem corretamente seus papéis de cidadãos em nossa sociedade contemporânea.
Aspectos avaliados
As avaliações do Pisa buscam analisar o desempenho escolar dos países participantes em três aspectos principais: leitura, matemática e ciências. Porém, uma dessas áreas cognitivas recebe maior destaque a cada edição do programa.
     Em 2000, por exemplo, o foco foi em leitura; em 2003, matemática e, por fim, ciências em 2006. Já em 2009, o Pisa iniciou um novo ciclo, tendo sua atenção voltada novamente à leitura. Em 2012, o foco foi matemática — e na última edição, no ano de 2015, a disciplina de ciências obteve maior ênfase entre as três áreas de conhecimento.
Indicadores contextuais
Além de observar as competências de cada matéria, o estudo coleta informações para a composição de indicadores contextuais que permitam relacionar o desempenho dos estudantes a variáveis educacionais, socioeconômicas e demográficas. Esses dados são obtidos por meio da aplicação de questionários específicos a escolas, professores e alunos.
     Ao final da pesquisa, os resultados podem ser utilizados pelos governos dos países participantes como ferramenta na definição e otimização de políticas educativas. Isso permite uma formação mais efetiva e a participação ativa dos jovens na sociedade.
Qual a posição atual do Brasil no ranking mundial de educação?
Quando o assunto é avaliação educacional, o Pisa é uma referência mundial. Na última edição, a pesquisa analisou 70 países, incluindo o Brasil. Destes, 35 eram membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).
     A entidade reúne 30 nações e funciona como um fórum para a discussão de questões relacionadas ao desenvolvimento e à melhoria de políticas sociais ou econômicas. Os demais integrantes do estudo foram países conhecidos como economias parceiras, isto é, nações voluntárias do programa — como o Brasil.
     23.141 estudantes brasileiros de todas as unidades da Federação participaram da avaliação. Divulgados no terceiro trimestre de 2016, os resultados não são muito animadores para o Brasil: 59º lugar em leitura, 63º em ciências e 65º em matemática.
     Esses números foram formados a partir da avaliação em instituições de ensino públicas e particulares. Comparando com a edição de 2012, o desempenho dos estudantes brasileiros em leitura e ciências ficou praticamente estagnado. Já na área de matemática, os resultados do exame revelaram que o país diminuiu sua nota.
Desempenho obtido em cada área
Na disciplina de foco da edição (ciências), a média nacional dos estudantes foi 401 pontos. Esse índice mantém os alunos das escolas nacionais cerca de 100 pontos atrás da média dos demais países da OCDE.
     Em leitura e matemática, os alunos brasileiros obtiveram as médias de 407 e 377 pontos, respectivamente. Com esses resultados considerados bastante preocupantes, é fundamental que o país invista em inovações e novas metodologias de ensino que permitam aperfeiçoar o processo de aprendizagem.
Como melhorar o desempenho brasileiro no ranking de educação mundial?
Que o Brasil ostenta inúmeros problemas relacionados à educação, todo mundo sabe. Dessa forma, o país precisa buscar maneiras mais efetivas de capacitar os estudantes que apresentam baixo desempenho, bem como alterar o modo como a educação é empregada e enxergada atualmente.
     Algumas ações podem ser colocadas em prática com o objetivo de melhorar a qualidade do ensino e os níveis educacionais do Brasil. Confira.
Soluções para maximizar o processo de aprendizagem
Mais do que apenas explicar o funcionamento de alguma ocorrência, é essencial desafiar os alunos a buscarem explicações para cada fenômeno. Assim, os professores devem investir em alternativas que possibilitem a maximização do processo de aprendizagem.
     É preciso que os docentes apresentem questões e problemas aos estudantes, incentivando-os a utilizarem experimentos e procedimentos de pesquisa. Com essas ferramentas, é possível trabalhar todas as habilidades consideradas pelo Pisa como essenciais ao exercício da cidadania.
Uso de metodologias de ensino diferenciadas
No entanto, de nada adianta propor soluções para otimizar o aprendizado se as metodologias de ensino utilizadas continuarem ultrapassadas. Nesse contexto, o uso da tecnologia e de metodologias ativas é capaz de despertar a curiosidade do aluno, bem como incentivar uma maior participação nas atividades escolares.
     Como exemplo, podemos citar a sala de aula invertida. A ideia é que o estudante absorva o conteúdo por meio do formato digital, isto é, quando chegar à sala presencial, ele já estará ciente do assunto que será desenvolvido. Eficiente e inovador, esse conceito proporciona processos, estruturas e ambientes mais adequados e atrativos à realidade do aluno.
Potencialização do ensino pré-escolar
O ensino pré-escolar tem papel importantíssimo durante a vida estudantil e acadêmica do aluno. Dessa forma, é preciso investir na potencialização do aprendizado desde os primeiros anos escolares, para que o estudante esteja apto a receber novos conhecimentos e, ainda, consiga absorver melhor os conteúdos visualizados nos próximos períodos.
     Como você pôde ver, embora a posição atual do Brasil no ranking educação mundial não seja a ideal, é possível melhorar os resultados e a qualidade de ensino no país. Para tanto, é preciso que sociedade, governo e a comunidade acadêmica se mobilizem e busquem por soluções diferenciadas, eficientes e inovadoras, com o propósito de elevar o nível escolar.

sábado, 16 de março de 2019

Falência da Globo projetada por Paulo Henrique Amorim


Com a nova era da informação, grandes produtoras de conteúdo tendem a entrar em decadência, pois os custos operacionais não baixam, mas o público migra para conteúdo online que é mais rápido, mais eficiente e com conteúdo cada vez melhor. A Rede Globo é uma das principais produtoras de conteúdo no Brasil que podem ter seus dias contados segundo Paulo Henrique Amorim.

Seres bestiais atacam Escola em Suzano - SP


👉 Estive no fórum onde esses otários que atacaram a escola frequentavam, e lá eles são tratados como heróis mesmo, tipo aqueles ❌-Man. O pior de tudo é que muitos comentários deixam claro que estão servindo de exemplo para encorajar outros. Um mesmo chegou a dizer que o que ele “pretende fazer será muitíssimo maior que este de Suzano” 🔪⚰. Espero que a PF esteja envolvida nessas investigações 👮‍♀👮‍♂. O problema é que a lei frouxa do Brasil vai deixá-los livres e só Deus para nos proteger 🇧🇷.
 . 📌 Acho que a mídia não deveria dar tanta moral pra esse te lixo 🗑. Não citar o nome deles, nem onde moravam, nem o que faziam, ou onde viviam. Quando precisar, falar sobre, citar como “o assassino” - nunca o jovem, o adolescente, o homem, o seja lá o que for, mas trata-los como são: #AssassinosInúteis. Deveria borrar a foto para não mostrar o rosto - não nos interessa ver a cara desses seres bestiais. A mídia deveria tratar esses trastes como lixo que são e não ficar dando ibope pra vagabundo. Por isso que no fórum da deep web esses trastes tem tanta audiência, são tratados como deuses. A mídia deveria Falar das vitimas, da vida de cada um cidadão de bem que eram heróis na vida e foram mortos por lixos inúteis que nem merecem ter o nome citado, muito menos a imagem divulgada. Quando a mídia parar de dar ibope para essas bestas, os seguidores perdem o interesse, pois saberão que serão tratados da mesma forma. Minha opinião.

Foto

Gilmar Mendes ataca um Procurador da República


Triste cena: um ministro do STF indicado por FHC em 2002, que como um carrapato não larga o cargo, ofende terrivelmente um procurador da República. A briga em defender bandidos já está se tornando preocupante nas casas que comandam esse país.

Daniel Hannan defendendo a posição do Capitalismo


Este é Daniel Hannan. Um grande defensor das liberdades individuais e ótimo orador, foi chamado para participar de um debate em Oxford para defender a posição do Capitalismo. Foi assim que ele encerrou o debate. Via Jair Messias Bolsonaro / Tradutores.br

domingo, 3 de março de 2019

Órgão responsável ignora carros “Plantados” nas vias públicas de Jequié-BA


O trânsito na cidade de Jequié tem se tornado cada vez mais difícil por conta da incompetência das administrações públicas por anos. O resultado é um total abandono às leis tanto por parte do público quanto pelos órgãos responsáveis como a Sumtran que instalada a anos, continua se preparando para agir, com exceção das multas que são aplicadas constantemente sem nenhuma resolução no trânsito. Mas um dos problemas antigos e que também ignoram é a situação de carros abandonados em vias públicas de toda a cidade. É costume local destruir as árvores e no lugar “plantam-se” carros que servem de reflorestamento, residência para andarilhos, ratos, baratas, escorpiões, sem falar dos mosquitos que fazem a festa em períodos de chuva, já que a maioria tem vidros quebrados e a água acumula-se em vários pontos.

Além de ser um problema de trânsito, já que está em vias públicas e um problema de saúde, é também um problema de segurança pública, pois bandidos costumam se esconder em pontos estratégicos para atacar pedestres despreparados como na rua Gustavo dos Santos Ribeiro - Cansanção, onde um baú contêiner foi abandonado a anos e os moradores já procuram o poder público e a polícia, mas ninguém resolveu nada. Mesmo a Sumtran informada sobre o problema, segundo moradores, nada fizeram ainda.

O órgão responsável deveria tentar localizar os donos e responsabilizá-los pelo transtorno e risco causado, e recolher os veículos para um local apropriado. Afinal de contas, os impostos e multas são cobrados periodicamente de todos, mas não cobram destes que abandonam seus ferros velhos e criam transtornos aos moradores e transeuntes.
















quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Maioria do STF valida indulto natalino de 2017


Por 6 votos a 2, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou pela validade do decreto de indulto natalino editado pelo presidente Michel Temer no ano passado. Os ministros definem agora se a validade do indulto será imediata. 

Já era esperado de um Supremo Tribunal Fascista (STF), também conhecido como Supremo Tribunal do Pistolão, é o órgão máximo do sistema da injustiça na Ditadura Democrática do Brasil, movimentando a economia de Brasília com o pagamento de funcionários fantasmas e processos de licitação para compra de colas, papeis, envelopes, canetas, carimbos, grampeadores e clipes. O órgão funciona, ou melhor, não funciona, num edifício sem-nome situado na Praça dos Três Poderes e é formado por 11 vampiros transformistas que se auto-intitulam adEvogados e que têm importantes participações em todos os casos de corrupção e crimes que chegam até eles, como é o caso no Mensalão, na Lava Jato, na aprovação de indenizações à presidiários festeiros e na soltura de assassinos e serial-killers importantes. Em todos eles, o STF oferece "aquela mão amiga" aos criminosos, como órgão máximo de homologação de confissões, ops, das decisões dos juízes de 1ª instância do interior do Brasil.

Durante toda o caso de corrupção que ficou conhecido pelo nome de sua operação mais famosa, a Lava Jato, o Supremo tem sido o responsável por dar o aval aos congressistas, ministros e outros ladrões com foro privilegiado, para que possam continuar cometendo crimes sem serem atrapalhados pelos chatos da Polícia Federal.

Seguindo os casos de repercussão famosos como o Mensalão, onde depois de dez anos todos os condenados tiveram a pena prescrita ou foram simplesmente perdoados por 'Barrosos do supremo', a Lava Jato também já começou a liberar alguns de seus condenados mais famosos na ladaínha do perdão natalino por falta de macho no poder, enquanto outros que continuam presos só permanecem porque cometeram algum tipo de fraude fiscal, esse sim um dos poucos crimes que realmente dá cadeia no Brasil, pois atrapalhas os aumentos absurdos de seus próprios salários mínimos!!!

Fonte | Fonte | Foto

sábado, 10 de novembro de 2018

Sistema da Caixa Econômica continua indisponível neste sábado 10/11


O sistema da Caixa Econômica Federal Jequié-BA, caiu neste sábado no início da tarde, e ainda não retornou. Milhares de pessoas não conseguem fazer suas transações e não obtêm qualquer resposta do banco sobre o retorno.

Ditadura - O outro lado da história por Wander Pugliesi


Fonte

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

ESTUDOS E PESQUISAS A Coca-Cola® fabricada no Brasil possui maior concentração de substância cancerígena no mundo, diz estudo


Além da Coca-Cola fabricada no Brasil, latinhas vendidas no Canadá, Emirados Árabe, México, Reino Unido e nos Estados Unidos também foram avaliadas quanto a concentração do 4-metil-imidazol. Infelizmente, de todos, o Brasil foi o país na qual essa substância apareceu em uma concentração superior às demais. Aliás, o estudo mostrou que o refrigerante vendido no Brasil contém 267 microgramas de 4-MI para cada latinha. O mais assustador é que essa concentração é muito maior quando comparada com a Coca-Cola® vendida no Quênia. A receita do Quênia ficou na segunda posição, com 170 microgramas por latinha.

O governo da Califórnia estipulou a necessidade de uma advertência nos alimentos que contiverem mais que 29 mcg da substância. No entanto, a Coca-Cola® do Brasil traz nove vezes o limite diário de 4-MI.

Uma pesquisa da Revista do Idec (edição 165) verificou que a regulação brasileira sobre o tema é falha. Assim, fabricantes de refrigerantes e energéticos não querem informar a quantidade da substância tóxica em seus produtos. “Acreditamos que uma postura preventiva deve ser adotada. Assim, já que a saúde dos consumidores que está em jogo, algo precisa ser feito”, diz o Idec.

Os responsáveis por estes estudos que trouxeram tais revelações à tona, esperam que os limites do Caramelo IV nos alimentos sejam alterados. Assim como a legislação atual sobre o assunto que é também falha.

Fonte

Táxi Jequié

Táxi Jequié

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

O que a Bíblia diz sobre o Controle de Armas?


O que parece estar subentendido no argumento para o controle de armas é que a disponibilidade de armas causa o crime. Por extensão, a disponibilidade de qualquer coisa que possa ser usada como arma deve ser vista como uma causa de crime. O que a Bíblia diz sobre esse ponto de vista?

É melhor que comecemos do início, ou pelo menos muito perto dele – em Gênesis 4. Neste capítulo, lemos sobre o primeiro assassinato. Caim ofereceu um sacrifício inaceitável e estava perturbado por Deus insistir que ele fizesse a coisa certa. Em outras palavras, Caim estava irritado por não poder fazer a sua própria vontade.

Caim estava mais engajado em matar seu irmão do que em andar corretamente com Deus. Não havia armas disponíveis, embora provavelmente houvessem facas. Mas, se foi uma faca ou uma pedra, a Bíblia não diz. O caso é que, o mal no coração de Caim foi a causa do assassinato, não a disponibilidade de armas mortais.

A resposta de Deus não foi banir as pedras ou as facas, ou o quer que fosse, mas, banir o assassino. Mais tarde (ver Gen. 9:5-6) Deus instituiu a pena capital, mas não disse sequer uma palavra sobre proibir armas.

Cristo Ensinou o Pacifismo?

Muitas pessoas, inclusive Cristãos, assumem que Cristo ensinou o pacifismo. Eles citam em seu favor Mateus 5:38-39. Nesse verso Cristo disse: “Vocês ouviram o que foi dito, ‘Olho por olho e dente por dente.' Porém, eu vos digo, não resistais ao perverso; mas a qualquer que te ferir a face direita, dá também a outra.”

O Sermão do Monte, onde essa passagem se encontra, trata da correta conduta pessoal. Em nossa passagem, Cristo está esclarecendo uma confusão que as pessoas faziam em pensar que a conduta apropriada para o governo civil – isto é, fazer vingança – era também apropriada para um indivíduo.

Até mesmo as palavras que Cristo escolheu indicam que Ele estava aludindo à uma confusão, ou a uma distorção, que era corriqueira. Diversas vezes no restante do Sermão do Monte, Cristo usou: “vocês ouviram dizer isto”, uma figura de discurso para expor o engano e a falsidade ensinada pelos líderes religiosos da época.

Contraste isto ao uso que Cristo faz da frase “está escrito” quando Ele apelava para a autoridade das Escrituras (por exemplo, ver Mateus 4 onde em três ocasiões durante sua tentação pelo Diabo, Cristo respondeu a cada uma das mentiras de Satanás pela Escritura com as palavras: “está escrito”).

Para perceber melhor o fato de que Cristo estava corrigindo os líderes religiosos sobre seu ensino do “olho por olho” aplicado à vingança pessoal, considere que no mesmo sermão, Cristo condena veementemente o falso ensino: “Qualquer que quebrar algum destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus...” (Mt. 5:19). Fica claro, então, que Cristo não estava ensinando nada sobre a auto-defesa diferente daquilo que é ensinado em outras partes da Bíblia. Caso contrário, Ele estaria se contradizendo, pois estaria agora ensinando os homens a quebrar um dos mandamentos.

A referência “olho por olho” foi extraída de Êxodo 21:24-25, que trata de como o magistrado deve agir em relação ao crime. A saber, a punição acompanha o crime. Os líderes religiosos do tempo de Cristo haviam distorcido a passagem que se aplicava ao governo e, de forma errada, a haviam aplicado como um princípio de vingança pessoal.

A Bíblia claramente distingue entre os deveres do magistrado civil (o governo civil) e os deveres de um indivíduo. Ou seja, Deus delegou ao magistrado civil a administração da justiça. Os indivíduos têm a responsabilidade de proteger suas vidas dos agressores. Cristo se referiu a esta distinção na passagem de Mateus 5. Vamos agora examinar alguns detalhes do que as Escrituras dizem sobre as normas para os indivíduos e o governo civil.

Tanto o Antigo quanto o Novo Testamento ensinam a auto-defesa pessoal, mesmo que isto implique em tomar a vida do agressor, em determinadas circunstâncias.

A auto-defesa no Velho Testamento

Êxodo 22:2-3 nos diz: “Se um ladrão estiver roubando, e, sendo ferido, morrer, quem o feriu não será culpado de seu sangue. Se o sol houver raiado sobre ele, haverá culpa por seu sangue. Ele fará restituição total; se não tiver condições, então, será vendido por seu furto.

Uma conclusão que podemos extrair daqui é que uma ameaça à nossa vida deve ser reprimida com força letal. Depois que “o sol houver raiado” parece referir-se a um julgamento diferente daquele permitido à noite. À noite é mais difícil discernir se o intruso é um ladrão ou um assassino. Além disso, a noite torna mais difícil a tarefa de defender-se e, ao mesmo tempo, evitar matar o ladrão. Durante o dia, seria melhor livrar-se do perigo, caso contrário, a defesa torna-se vingança, e esta é prerrogativa do magistrado.

Em Provérbios 25:26, nós lemos: “O homem justo que cede ao perverso é como uma fonte que foi turvada e poluída.” Certamente, cederíamos ao perverso se escolhêssemos estar desarmados e incapazes de resistir ao assaltante que pudesse ameaçar nossa vida. Em outras palavras, não temos o direito de abrir mão de nossa vida -- que é presente de Deus -- para o perverso. É um erro grave igualar a sociedade civilizada àqueles que se ocupam em assolá-la com maldade, ao invés de serem pessoas decentes.

Confiando em Deus

Outra pergunta que os Cristãos fazem é, “Ter uma arma não significa certa desconfiança sobre se Deus irá cuidar de nós?”

Realmente, Deus irá cuidar de nós. Ele nos disse também que se nós O amássemos, guardaríamos os Seus mandamentos (Jo. 14:15).

Os que confiam que Deus trabalha para que eles vivam, sabem que 1 Timóteo 5:8 nos diz: “Mas se alguém não provê para si próprio, e especialmente para os de sua casa, abandonou a fé e é pior do que um incrédulo.” Não trabalhar, e ainda esperar comer porque está “confiando em Deus” seria simplesmente estar tentando a Deus.

O rei Davi escreveu no Salmo 46:1 que “Deus é nosso refúgio e fortaleza, um grande socorro presente na angústia.” Isto não conflita com a oração ao Deus, “Que treina minhas mãos para a guerra e meus dedos para a batalha.” (Sl. 144:1).

A doutrina da Escritura é que nós nos preparamos e trabalhamos, mas deixamos o resultado com Deus.

Aqueles que confiam em Deus deveriam também fazer a provisão adequada para a sua própria defesa, assim como somos instruídos nas passagens citadas acima. Pois um homem que recuse suprir defesa adequada para si e sua família estará tentando a Deus.

Há um agravante com relação a adotar a posição do “eu não preciso me armar; Deus irá me proteger.”

Em um certo ponto, quando Satanás estava tentando a Jesus no deserto, ele desafiou Jesus a jogar-se de cima do templo. Satanás presumiu que os anjos de Deus poderiam protegê-Lo. Jesus respondeu: “Novamente está escrito, ‘Não tentarás ao Senhor teu Deus'” (Mt. 4:7)

Pode parecer piedoso dizer que confia em Deus para proteção – e todos nós devemos confiar – mas tentamos a Deus se não nos submetemos ao padrão que Ele nos deixou na Bíblia.

O Dever do Governo Civil

A Bíblia registra o primeiro assassinato em Gênesis 4 quando Caim matou seu irmão Abel. A resposta de Deus não foi registrar as rochas ou listar aqueles que possuíam um arado, ou o que quer que Caim tenha usado para matar seu irmão. Ao invés disso, Deus tratou com o criminoso. Desde Noé, a pena para o assassinato tem sido a morte.

Vemos a recusa em se aceitar os princípios que Deus nos deu lá no comecinho de tudo. Hoje vemos crescer a aceitação da idéia de que controlar o arsenal de armas disponíveis aos criminosos irá diminuir o crime, enquanto raramente devemos executar aqueles que são culpados de assassinato.

Em Mateus 15 (e em Marcos 7), Cristo também acusou os lideres religiosos de seu tempo de se oporem à execução daqueles jovens rebeldes que eram merecedores de morte. Eles haviam substituído os mandamentos de Deus com suas próprias tradições. Deus nunca esteve interessado em controlar os meios de violência. O que Ele sempre fez foi punir e, quando possível, restaurar (seja por restituição e excomunhão) o transgressor. O controle de indivíduos deve ser deixado a seu auto-governo. A punição dos indivíduos pelo governo civil deve ser feita quando acontece algo de errado com esse auto-governo.

Em nenhuma parte da Bíblia Deus deixa brecha para tratar dos instrumentos de crime. Ele sempre foca nas conseqüências que um indivíduo terá de arcar para suas ações. O céu e o inferno só dizem respeito às pessoas, não às coisas. A responsabilidade pertence somente às pessoas, não às coisas. Se esse princípio, que está profundamente arraigado na lei comum, permanecesse ainda hoje, os legisladores contra os fabricantes de armas deveriam banir somente os produtos que funcionassem mal.

Auto-Defesa Versus Vingança

Resistir a um ataque não deve ser confundido com fazer vingança, a qual é domínio exclusivo de Deus (Rom. 12:19). Ela tem sido delegada ao magistrado civil, que, como lemos em Romanos 13:4, “...é ministro de Deus para teu bem. Mas se fores mal, teme; pois não é em vão que vem a espada; pois é ministro de Deus, um vingador para castigar o que pratica o mal.

Os meios de vingança pessoal podem tornar alguém um criminoso se agir depois que sua vida não está mais em perigo, ao contrário de quando alguém está se defendendo de um ataque. Esse é o ponto crucial que têm sido confundido por cristãos pacifistas que querem tomar a passagem do Sermão do Monte sobre dar a outra face (o que proíbe a vingança pessoal) como um mandamento para anular-se ante o perverso.

Consideremos também o que nos diz o Sexto Mandamento: “Não matarás.” Nos capítulos seguintes, Deus dá a Moisés algumas situações que requerem a pena capital. Evidentemente, Deus não está dizendo que nunca se deve matar, mas que não devemos tirar a vida de um inocente. Considere também que o magistrado civil é um terror para aqueles que praticam o mal. Essa passagem não está de modo algum significando que o papel da lei obrigatoriamente é prevenir crimes ou proteger os indivíduos dos criminosos. O magistrado é um ministro que serve como “um vingador para castigar o que pratica o mal” (Rom. 13:4).

Este ponto está refletido na doutrina legal dos Estados Unidos. Repetidamente, as cortes mantiveram que o governo civil não tem nenhuma responsabilidade de fornecer segurança individual. Em um caso (Bowers x DeVito) se expressou desta maneira: “Não há nenhum direito constitucional para ser protegido pelo estado contra ser assassinado.”

Auto-Defesa no Novo Testamento

Cristãos pacifistas podem tentar argumentar que Deus mudou Sua mentalidade do tempo em que Ele deu os Mandamentos a Moisés no Monte Sinai. Eles podem, por exemplo, querer que nos convencer de que Cristo cancelou os Dez Mandamentos de Êxodo 20 ou a base para o assassinato justificável de um ladrão em Êxodo 22. Mas o escritor aos Hebreus deixa claro que não é assim, porque “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente” (Heb. 13:8). No Velho Testamento, o profeta Malaquias grava da seguinte maneira as palavras de Deus: “Pois eu sou o Senhor, eu não mudo.” (Mal. 3:6).

Paulo estava se referindo à imutabilidade da Palavra de Deus quando escreveu a Timóteo: “Toda Escritura é dada por inspiração divina, e é útil para o ensino, admoestação, correção, para instrução na justiça, para que o homem de Deus possa ser perfeito, completamente capacitado para toda boa obra” (2 Tim. 3:16-17). Evidentemente, Paulo encarava toda a Escritura, incluindo o Velho Testamento, como útil para instruir os cristãos em cada área da vida.

Devemos considerar também que Cristo disse a seus discípulos em suas últimas horas com eles: “...Mas agora, quem tem uma bolsa, tome-a, e faça o mesmo quem tiver uma espada; e quem não tiver uma espada, venda sua capa e compre uma” (Lc. 22:36). Tenha em mente que a espada era a mais letal arma ofensiva disponível para um soldado individual – seria o equivalente hoje a um rifle militar.

Os pacifistas cristãos provavelmente irão objetar nesse ponto que algumas poucas horas mais tarde, Cristo repreende Pedro por usar uma espada para cortar a orelha de Malco, um servo do sumo sacerdote em companhia de um destacamento de tropas. Vemos ler o que Cristo diz a Pedro em Mateus 26:52-54: Embainha a tua espada, pois todo aquele que usa a espada irá perecer pela espada. Ou você pensa que eu não posso agora orar a Meu Pai, e ele me mandaria mais do que doze legiões de anjos? Como, então, pode ser cumprida as Escrituras dizendo que isto deve acontecer?”.

Na passagem paralela em João 18, Jesus diz a Pedro para guardar sua espada e diz que beberá do copo que Seu Pai lhe tem dado. Não era a primeira vez que Cristo explicava a seus discípulos porquê ele veio à terra. Para cumprir a Escritura, o Filho de Deus teve de morrer pelos pecados do homem, uma vez que o homem era incapaz de pagar por seus próprios pecados, livrando-se do fogo do inferno. Cristo poderia ter salvado sua vida, mas então os crentes perderiam suas vidas eternamente no inferno. Essas coisas tornam-se claras para os discípulos somente depois de Cristo ter morrido e levantado dos mortos, e depois do Espírito ter vindo ao mundo no Pentecostes (ver Jo. 14:26).

Quando Cristo disse a Pedro “ponha sua espada no lugar,” evidentemente ele não disse que a deixasse lá para sempre. Isto contradizeria o que ele havia dito aos discípulos apenas algumas horas antes. A espada de Pedro era para proteger sua própria vida mortal do perigo. Sua espada não era necessária para proteger o Criador do Universo e o Rei dos Reis.

Anos depois do Pentecostes, Paulo escreve em uma carta à Timóteo: “Mas se alguém não provê para si próprio, e especialmente para os de sua casa, ele abandonou a fé e é pior do que um incrédulo” (1 Tim. 5:8). Essa passagem se aplica a nosso assunto porque seria absurdo comprar uma casa, abastecê-la com comida e outras necessidades de uma família, e então recusar-se a instalar fechaduras e a prover os meios de proteger a família e a propriedade. Do mesmo modo, seria absurdo não tirar, se necessário, a vida de um ladrão noturno para proteger os membros da família (Ex. 22:2-3).

Um relato e um conceito até mais amplo é encontrado na parábola do Bom Samaritano. Cristo sintetizou um sumário de todas as leis bíblicas do Velho Testamento em dois grandes mandamentos: “‘Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua força, e com todo o teu entendimento; e a teu próximo como a ti mesmo'” (Lc. 10:27). Quando perguntaram quem era esse próximo, Cristo contou a parábola do Bom Samaritano (Lc. 10:30-37). Foi o Bom Samaritano que cuidou da vítima de ataque, o samaritano era o “próximo” da vítima. Os que passaram perto e ignoraram a situação da vítima não agiram como “próximos” dele.

À luz de tudo o que vimos a Escritura ensinar sobre este ponto, podemos perguntar: se pudéssemos salvar a vida de alguém das mãos de um agressor por meio de um tiro no agressor com nossa arma deveríamos “dar a outra face”? A Bíblia não fala disto como correto. Fala somente das nossas responsabilidades em face de uma agressão – como criaturas individuais feitas por Deus, como chefes de família, ou diante do nosso próximo.

Bênçãos e Maldições Nacionais

O Antigo Testamento também nos fala bastante sobre o relacionamento positivo entre a retidão, que exalta a nação, e a auto-defesa. Deixando claro que em tempos de rebelião nacional contra o Senhor Deus, as leis da nação irão refletir a degradação espiritual do povo e o resultado é a rejeição da lei de Deus, a soberba dos oficiais, o desarmamento, e opressão.

Por exemplo, o povo de Israel foi oprimido durante o tempo da lei dos juízes. Isto ocorreu em qualquer tempo em que o povo apostatou. Juízes 5:8 nos fala que, “Escolheram-se deuses novos; então, a guerra estava às portas; não se via escudo nem lança entre quarenta mil em Israel.

Considere Israel sob Saul: O primeiro livro de Samuel fala da mudança de rumo de Israel para com Deus. O povo não queria ser governado por Deus; eles queriam ser regidos por um rei como os pagãos, as nações odiadas por Deus em derredor. Samuel advertiu o povo que se eles persistissem em pôr um rei sobre seus ombros e de suas famílias, a decisão recairia sobre eles. Incluindo naquela decisão o levantamento de um exército profissional composto por seus filhos e filhas para as agressivas guerras (1 Sam. 8:11).

Essa decisão não é desconhecida nos Estados Unidos. Tudo aquilo que Samuel advertiu ao povo, Saul realizou. Sua reunião de um exército armado foi repetida nos Estados Unidos, e não só em termos de forças armadas, mas também com os 650.000 oficiais de polícia contínuos para todos os níveis do governo civil.

Saul era o rei que israelitas pediram e tiveram. Ele era bonito aos olhos do mundo, mas um desastre aos olhos do Senhor. Saul não confiou em Deus. Ele se rebelou contra a forma de sacrifício do Senhor. Saul pôs a si mesmo acima de Deus. Ele era impaciente. Ele recusou esperar por Samuel porque o modo de Deus estava sendo um tanto demorado. Saul foi adiante e executou ele mesmo o sacrifício, violando assim os mandamentos de Deus (e, incidentalmente, violando também a separação que Deus ordenou entre os deveres da igreja e do estado!).

Assim Saul perdeu sei reinado. E, foi sobre ele que os Filisteus puderam derrotar os Judeus e escravizá-los. Quão grande foi a escravidão exercida pelo Filisteus: “Ora, não se encontrava nem um ferreiro em toda a terra de Israel: pois os Filisteus disseram, ‘Para que os Hebreus não façam espadas ou lanças.' Mas todos os israelitas tinham de descer aos filisteus para amolar a relha do seu arado, e a sua enxada, e o seu machado, e a sua foice.... Sucedeu que no dia da batalha, não se achou nem espada, nem lança na mão de nenhum do povo que estava com Saul e com Jônatas...” (1 Sam. 13:19-20, 22-23).

Hoje, os mesmos objetivos dos Filisteus seriam realizados por um opressor que banisse as armas da terra. A espada de hoje é a pistola, o rifle, ou a espingarda. O controle de espadas dos Filisteus é hoje o controle de armas daqueles governos civis que não permitem que seus cidadãos tenham armas.

É importante entender que o que aconteceu aos judeus no tempo de Saul não foi inesperado de acordo com as sanções proferidas por Deus em Levítico 26 e Deuteronômio 28. Nos primeiros versos daqueles capítulos, bênçãos são prometidas à nação que seguirem as leis de Deus. Nas últimas partes daqueles capítulos, as maldições são pronunciadas para uma nação que venha a ser julgada por sua rebelião para com Deus. Deuteronômio 28:47-48 nos ajuda a entender a razão para a opressão de Israel pelos Filisteus durante o reinado de Saul:

Porque não serviste ao Senhor, teu Deus, com alegria e bondade de coração, não obstante a abundância de tudo. Assim, com fome, com sede, com nudez e com falta de tudo, servirás aos inimigos que o Senhor enviará contra ti; sobre o teu pescoço porá um jugo de ferro, até que te haja destruído.

A Bíblia fornece exemplo de bênçãos de Deus sobre Israel por sua fidelidade. Essas bênçãos incluem uma forte defesa nacional acoplada à paz. Um claro exemplo ocorreu durante o reino de Josafá. 2 Crônicas 17 fala de como Josafá conduziu Israel à fidelidade a Deus que incluía uma forte defesa nacional. O resultado: “E o temor do Senhor sobre todos os reinos da terra que estavam ao redor de Judá, de modo que não fizeram guerra contra Josafá” (2 Cr. 17:10).

O exército Israelita era um exército de milícia (Num 1:3ff.) que ia para a batalha com cada homem carregando sua própria arma – do tempo de Moisés, passando pelos Juízes, e além. Quando ameaçados pelos Midianitas, por exemplo, “Moisés falou ao povo dizendo, ‘Armai alguns de vós para a guerra, e que saiam contra os midianitas, para fazerem a vingança do Senhor contra eles'” (Num 31:3). Outra vez, demonstra-se a herança bíblica de carregar e portar armas, durante o tempo de Davi no deserto escondendo-se de Saul, “Davi disse a seus homens, ‘Cada homem cinja sua espada.' Então cada homem cingiu a sua espada, e Davi também a sua” (1 Sm. 25:13).

Finalmente, considere Neemias e aqueles que reconstruíram os portões e os muros de Jerusalém. Eles eram tanto construtores quanto defensores, cada homem – casa servo – armou-se com sua espada: Os carregadores, que por si mesmos tomavam as cargas, cada um com uma das mãos fazia a obra e com a outra segurava a arma. Os edificadores, cada um trazia a sua espada à cinta, e assim edificavam” (Ne. 4:17-18).

Conclusão

A sabedoria dos que fizeram a Constituição [Americana] é consistente com as lições da Bíblia. Os instrumentos de defesa devem estar espalhados por toda a nação, não concentrados nas mãos do governo central. Em um bom país, cada homem age corretamente por meio do Espírito Santo que trabalha nele. Não há razão para o governo civil querem o monopólio da força; o governo civil que deseja tal monopólio é um perigo à vida, liberdade, e propriedade de seus cidadãos.

A simples suposição de que pode ser perigoso que as pessoas carreguem armas é usada para justificar o monopólio da força por parte do governo. A noção de que não se pode confiar que as pessoas mantenham suas próprias armas nos mostra que, como o tempo de Salomão, não só para os muito ricos, é também um tempo perigoso para as pessoas simples. Se Cristo não for nosso Rei, nós teremos um ditador a governar sobre nós, justamente como advertiu Samuel.

Para aqueles que pensam que Deus tratou Israel de maneira diferente da que irá nos tratar hoje, por favor considere o que Deus disse ao profeta Malaquias: “Pois eu sou o Senhor, eu não mudo...” (Mal. 3:6).   

***
Autor: Larry Pratt é diretor executivo da Gun Owners of America (com 150.000 membros), foi eleito Oficial na legislatura estadual da Virgínia, e é presbítero na Igreja Presbiteriana na América.
Fonte: Gun Owners of America 
Tradução: Márcio Santana Sobrinho
Related Posts with Thumbnails