- 71 partes são Oceanos.
- 29 partes são Continentes (a terra firme).
- 16 partes são áreas inóspitas, como desertos e terras geladas (Antártida, Saara).
- 7 partes são florestas (incluindo a Amazônia, Congo, Borneo e as florestas temperadas).
- 6 partes são o domínio humano (cidades, estradas e campos agrícolas).
Se 94% da superfície do planeta está fora do nosso domínio direto (oceanos, desertos, florestas e geleiras), fica matematicamente difícil atribuir às atividades humanas a principal responsabilidade por mudanças climáticas em escala global. Nosso impacto é local e intenso, mas o sistema terrestre é vasto e complexo.
Mas a ideia de que a pequena fração de 6% do domínio humano não pode alterar o clima do planeta é controverso já que somos um perigo para a vida como um todo. O impacto humano não é medido necessáriamente por sua área de ocupação, mas pela sua atividade química e industrial desenfreada.
Desde a Revolução Industrial, a queima de combustíveis fósseis — uma atividade que se concentra nos 6% urbanizados — liberou trilhões de toneladas de gases na atmosfera, causando um desequilíbrio real. A concentração de dióxido de carbono (CO₂), o principal gás do efeito estufa, aumentou mais de 40% desde a era pré-industrial, prendendo o calor e elevando a temperatura global. Internamente, o desmatamento das florestas (os 7%), também uma atividade humana, libera o carbono armazenado nas árvores, exacerbando ainda mais o problema.
Diante dos dados, a relação não é 6% contra 94%, mas sim o impacto desproporcional da ação humana em todo o sistema planetário:
- Domínio humano (6%): As indústrias e veículos que operam nesse espaço geram a maior parte dos gases que aquecem o planeta e leva nossa área de domínio (6%) a sofrer drasticamente os resultados de nossa irresponsabilidade.
- Natureza (94%): As florestas e, principalmente, os oceanos (os 71%) funcionam como "sumidouros de carbono", absorvendo uma parte significativa dessas emissões. No entanto, essa capacidade de absorção está sendo sobrecarregada, e o excesso de CO₂ está tornando os oceanos mais ácidos e ameaçando a vida marinha, o que resulta em ameaça a própria existência humana.
Fontes:
Deep
Gemini
Epa
Climate.gov
USC.org
ClimateImpact.com
ClienteArth.asia
Comissão Européia
Clima Global - Dr. Molion
Palestra perspectivas climáticas - Prof. PhD Luiz Carlos Baldicero Molion
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