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domingo, 5 de outubro de 2025

O Mito do Pulmão do Mundo e o Verdadeiro Motor do Planeta X Aquecimento Global


Você certamente já ouviu que a Amazônia é o "pulmão do mundo". Mas e se essa imagem estiver incompleta? A verdade sobre quem comanda o clima e o ar que respiramos é uma história de números e de um herói invisível escondido nas profundezas dos oceanos.

Imagine que a superfície da Terra é dividida em 100 partes:
  • 71 partes são Oceanos.
  • 29 partes são Continentes (a terra firme).
Dessas 29 partes de terra firme, a natureza e a humanidade se distribuem assim:
  • 16 partes são áreas inóspitas, como desertos e terras geladas (Antártida, Saara).
  • 7 partes são florestas (incluindo a Amazônia, Congo, Borneo e as florestas temperadas).
  • 6 partes são o domínio humano (cidades, estradas e campos agrícolas).
E é aqui que a história fica reveladora:

Se 94% da superfície do planeta está fora do nosso domínio direto (oceanos, desertos, florestas e geleiras), fica matematicamente difícil atribuir às atividades humanas a principal responsabilidade por mudanças climáticas em escala global. Nosso impacto é local e intenso, mas o sistema terrestre é vasto e complexo.

Mas a ideia de que a pequena fração de 6% do domínio humano não pode alterar o clima do planeta é controverso já que somos um perigo para a vida como um todo. O impacto humano não é medido necessáriamente por sua área de ocupação, mas pela sua atividade química e industrial desenfreada.

Desde a Revolução Industrial, a queima de combustíveis fósseis — uma atividade que se concentra nos 6% urbanizados — liberou trilhões de toneladas de gases na atmosfera, causando um desequilíbrio real. A concentração de dióxido de carbono (CO₂), o principal gás do efeito estufa, aumentou mais de 40% desde a era pré-industrial, prendendo o calor e elevando a temperatura global. Internamente, o desmatamento das florestas (os 7%), também uma atividade humana, libera o carbono armazenado nas árvores, exacerbando ainda mais o problema.

Então, quem é o verdadeiro "pulmão"?

A maior parte do oxigênio que enche nossos pulmões não vem das árvores, mas dos oceanos. Organismos minúsculos e invisíveis a olho nu, chamados fitoplâncton, trabalham incessantemente sendo responsáveis por 50% a 80% da produção global de oxigênio por meio da fotossíntese. Esse fato destaca a vitalidade dos oceanos para nossa própria sobrevivência e a importância de protegê-los da poluição e do aquecimento.

Diante dos dados, a relação não é 6% contra 94%, mas sim o impacto desproporcional da ação humana em todo o sistema planetário:
  • Domínio humano (6%): As indústrias e veículos que operam nesse espaço geram a maior parte dos gases que aquecem o planeta e leva nossa área de domínio (6%) a sofrer drasticamente os resultados de nossa irresponsabilidade.
  • Natureza (94%): As florestas e, principalmente, os oceanos (os 71%) funcionam como "sumidouros de carbono", absorvendo uma parte significativa dessas emissões. No entanto, essa capacidade de absorção está sendo sobrecarregada, e o excesso de CO₂ está tornando os oceanos mais ácidos e ameaçando a vida marinha, o que resulta em ameaça a própria existência humana.
Portanto, a narrativa muda. A produção de oxigênio pelos oceanos e a emissão de gases pelo domínio humano estão matematicamente conectadas, demonstrando a interdependência de todos os ecossistemas. O verdadeiro motor da vida na Terra não é um único "pulmão" verde, mas um gigante azul e silencioso. Ignorar o impacto dos 6% de área de ocupação é um erro grave, pois a capacidade de o planeta se autorregular e sustentar a vida humana depende da nossa responsabilidade. Proteger os oceanos é tão ou mais vital do que preservar nossas florestas (que são de extrema importância). São as duas faces da mesma moeda, mas os números não mentem: o equilíbrio do planeta começa pela saúde dos mares.
by Wagner Miranda

Fontes:
Deep
Gemini
Epa
Climate.gov
USC.org
ClimateImpact.com
ClienteArth.asia
Comissão Européia
Clima Global - Dr. Molion
Palestra perspectivas climáticas - Prof. PhD Luiz Carlos Baldicero Molion
Foto

domingo, 9 de março de 2025

Entre o Resfriamento Regional e o Aquecimento Global

A Circulação de Revolvimento Meridional do Atlântico (AMOC, na sigla em inglês) é um sistema de correntes oceânicas que desempenha um papel crucial na regulação do clima global, transportando calor dos trópicos para o norte do Atlântico. Nos últimos anos, estudos têm indicado que a AMOC está enfraquecendo, o que pode ter implicações significativas para o clima da Terra, especialmente em conexão com o aquecimento global.

Segundo pesquisas publicadas na revista Nature (Caesar et al., 2021), a AMOC atingiu seu ponto mais fraco em mais de 1.000 anos, com um declínio de aproximadamente 15% desde meados do século XX. Esse enfraquecimento está associado ao aumento das temperaturas globais, ao derretimento das calotas polares e ao influxo de água doce no Atlântico Norte, que reduzem a salinidade e a densidade da água, dificultando o afundamento necessário para manter a circulação.

Um possível colapso da AMOC poderia levar a um resfriamento relativo no hemisfério norte, especialmente na Europa, enquanto outras regiões continuariam a experimentar o aquecimento global. Modelos climáticos, como os do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, 2021), sugerem que, embora um colapso completo da AMOC seja improvável neste século, seu enfraquecimento contínuo pode alterar padrões climáticos, afetando monções, ecossistemas marinhos e a agricultura.

Além disso, estudos recentes (Boers, 2021) alertam para a possibilidade de pontos de inflexão (tipping points) na AMOC, onde mudanças pequenas podem levar a impactos desproporcionais e irreversíveis. Isso reforça a necessidade de monitoramento contínuo e ações urgentes para mitigar o aquecimento global, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa.

Em resumo, o enfraquecimento da AMOC representa uma complexa interação entre o resfriamento regional e o aquecimento global, com consequências potencialmente graves para o clima e a sociedade. A ciência sugere que, embora um resfriamento abrupto não seja iminente, a estabilidade da AMOC depende de esforços globais para combater as mudanças climáticas.

by Wagner Miranda



Fontes e Referências:

  • Nature - Aviso de um colapso iminente da circulação meridional do Atlântico (2023)
  • Nature - O enfraquecimento da AMOC e suas implicações climáticas (2021) 
  • IPCC (2021). Sixth Assessment Report.
  • PNAS - Boers, N. (2021). Proceedings of the National Academy of Sciences.

sábado, 1 de setembro de 2018

Borboleta com o "manto de Maria Aparecida"


Esta Nymplhalidae é a Junonia genoveva (Junonia evarete), conhecida popularmente como 'Olho de pavão diurno' ou 'Olho de veado', é uma borboleta ninfálide neotropical encontrada na Flórida e no Caribe, México, América Central e América do Sul tropical e subtropical.

É geralmente encontrada em áreas abertas voando rapidamente e baixo, pousando com as asas abertas sobre ervas, rochas ou diretamente sobre o solo.

O objetivo dos desenhos nas asas é proteger-se de predadores.

As fêmeas adultas tem cores mais fortes e são mais agitadas. O macho mais tranquilo tem como característica distintiva a presença da asa posterior azulada.

Wagner Miranda

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Alagamentos criminosos em Jequié-BA

Av Lomanto Junior - Colegio MilitarAv Lomanto Junior - Av Santa LuziaA cidade de Jequié fica sitiada dentro de uma cratera, sob um leito rochoso de minério de ferro. Cercada de montanhas, ela absorve três ecossistemas que sopram seus ares sobre a cidade, criando um efeito estufa tão real que chega a ser sufocante, pior ainda que regiões desérticas.

A forma de equilibrar este desequilíbrio natural da escolha de localização para a cidade, seria um maior respeito com a ecologia local, fato quase que mitológico, tanto pela ignorância de seus residentes quanto pela incompetência e irresponsabilidade de seus líderes, principalmente os políticos que sugam a cidade até vê-la seca e amíngua.

Av Lomanto Junior -Atacadão Joaquim RomaoAv Lomanto Junior - Comabel
Ao desejar vê-la seca não se limitam ao sugarem seus recursos - típico dessa gentalha que nos lidera, mas também suas bases de equilíbrio ecológico que nos dá maior conforto ao viver em uma estufa natural.

Av. Franz Gedeon - Posto NovoAv Lomanto Junior - Santa Luzia - Hotel RealTemos empresários picaretas que exploram o meio ambiente desordenadamente, destruindo ecossistemas inteiros simplesmente para aumentarem seus recursos, nem que isto custe a vida de muitos e o desconforto de todos.

Av Lomanto Junior - RodoviariaAs lagoas são soterradas, os córregos alicerçados para sustentarem o falso luxo dos falsos ricos, os rios são convertidos em veios de excrementos e dejetos, as nascentes são esmagadas, as áreas verdes são convertidas em prisões de cimento sufocando a terra, as árvores são convertidas em lenhas, o verde da cidade some dando lugar ao acinzentado da ignorância daqueles que não reivindicam seus direitos a um ambiente mais agradável, os animais fogem enquanto podem, pois se vacilarem viram petisco de animais bípedes que serpenteiam nosso território.

Diante de tanta ignorância somada à irresponsabilidade e incompetência de líderes, empresários e moradores ao destruírem a estrutura ecológica e o caminho natural das águas, vemos bairros inteiros sendo consumidos pelo metamorfo que não pede licença, simplesmente passa por cima de quem quer que seja, e os mais ferrados nesse joguinho de gananciosos e imbecis são justamente os que menos possuem em bens e conhecimento.

Rio Jequiezinho cheio de mato e lixo assim como o Rio de ContasFeirinha Joaquim Romao
As imagens falam muito mais alto que qualquer palavra para descrever tamanha burrice de um povo que já deveria ter aprendido a lição:

Jardim TropicalSao Judas TadeuJequiezinho - Wan Motos Honda

  Imagens Internet

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

O Rio das Contas de Jequié cobra o seu espaço dos invasores

O Rio das Contas de Jequié teve todo seu leito urbano loteado por invasores que pagam por água e luz em um espaço que pertence à Marinha Brasileira e que a incompetente administração publica municipal faz vistas grossas a muito tempo. Por conta de não haver enchentes a alguns anos, os invasores se sentiram donos do leito do rio cercando e impedindo o trânsito de pessoas, e agora o rio cobra seu espaço e não perdoa nenhum invasor. E vale lembrar que isso nada mais é que o rio percorrendo seu trajeto, o que era comum anualmente e eu pude ver dezenas de vezes, mas enchente só vi uma na década de 80. Porém, existem registros de mais duas: uma na década de 40 e outra na década de 10. Então, matematicamente, o fenômeno ocorre a cada 40 anos, e nos coloca num ciclo ativo de um rio que tentam matar. Isso quer dizer que entre 2015 e 2025 outra grande enchente como as já registradas irá acontecer, e quem tem juízo sai do caminho, pois o rio não avalia se o indivíduo no seu caminho é pobre ou rico e é extremamente pior que ele percorrendo seu caminho como acontece neste momento.

Lamento por pais de família estarem enfrentando esta situação, mas cada um precisa se responsabilizar por seus atos e morar em área de risco é no mínimo irresponsabilidade. Se teve dinheiro para construir no leito do rio, porque não invadiram uma área pública segura?






Fotos: Souza Andrade

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Atacadão embargado pela mesma prefeitura que nem deveria ter autorizado naquele local


Lamentavelmente aconteceu: O Atacadão Açaí foi interditado, mesmo estando com as obras bem avançadas. O problema maior é que a culpada de todo o processo é a Prefeitura Municipal de Jequié, pois nenhum empreendimento deste porte é iniciado sem a aprovação dos "engenheiros" da prefeitura. Já estamos batendo nesta tecla a muito tempo e nenhum órgão da cidade se interessou em resolver o problema antes do inicio das obras. A ONG OGTREC fez um dossiê detalhado e encaminhou ao Ministério Público de Jequié, antes mesmo do início das obras (Veja-se matéria anterior), e mesmo assim a prefeitura autorizou o empreendimento.



Muitos ainda perguntam sobre o motivo, mas basta nos lembrarmos do Shopping em São Paulo que foi interditado por risco de explosão para entendermos. Esta área em primeira instância, é uma APP - Área de Preservação Permanente, pois é o local onde as águas derivadas das chuvas se encontram, e evitam inundações, sendo assim este espaço deveria ser transformado numa área verde, uma praça, etc, mas nunca ser utilizado para construção privada, principalmente deste porte.

O outro grande problema é que na falta de saneamento básico, as fezes do Mutirão, área invadida, todos os dejetos humanos eram despejados neste local, criando acúmulo de fezes no terreno e para completar o problema, o aterro foi feito de forma arbitrária utilizando-se lixo de toda espécie  (veja-se fotos na matéria anterior), inclusive restos orgânico com corpos de animais. O problema é que este tipo de aterro leva alguns anos para se decompor, e no subsolo vai formando bolsões de gases que pode explodir a qualquer momento, como ocorreu no shopping paulista. Além de tudo isso, sem um planejamento para descarte das águas quando no período das chuvas, a mesma se acumula e invade a casa dos moradores, destruindo e desvalorizando os imóveis da região. Já é sabido que, mesmo antes da construção, mas por conta dos aterros iniciados, teve ruas que registraram mais de 1,1/2 metros de água, levando alguns moradores a abandonarem suas residências e outros a construírem seus imóveis nas "alturas". Veja fotos abaixo:           



Mas se você duvida que aquela área continha uma lagoa ativa, onde diversos pássaros e outros animais faziam residência, observe as fotos a seguir e tire suas próprias conclusões, pois imagem é tudo.                                




E se ainda duvida da localização das fotos, veja uma imagem de satélite captada em 2012, antes da depredação efetuada pela prefeitura, e veja os pontos de água que foram registrados pelos satélites do Google:
                    

Tudo está registrado num dossiê que chegou às mãos dos responsáveis em defender a população, mas nada foi feito. A ONG OGTREC deixa claro que não luta contra o empreendimento, mas contra a localização onde está sendo construído, o qual já foi implantado sobre uma área de preservação ambiental, e os maiores prejudicados com toda essa artimanha dos representantes da prefeitura são a população e o grupo responsável pelo empreendimento que acabará gastando mais que o previsto numa obra que já deveria estar sendo inaugurada em um terreno que a ong conseguiu gratuitamente e longe de APP.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Lagoa das Garças aterrada com Lixo para construção do Atacadão Açaí

O aterro da Lagoa das Garças, área de APP (Área de Preservação Permanente), foi feita com lixo incluindo óleo, restos biológicos, restos hospitalares, roupas, móveis, louças, gesso, sacos plásticos, madeiras, etc. No local está sendo construído o empreendimento Atacadão Açaí do Grupo Pão de Açúcar, e o mesmo adquiriu a área de APP, aterrada ilegalmente com lixo, pelo valor de $ 12 milhões (incluindo a área do futuro shopping) segundo informações de pessoas próximas. Mesmo sabendo que a área é de Preservação Permanente, o grupo adquiriu o espaço com a conivência da Prefeitura Municipal de Jequié, a qual não foi avaliada por nenhum órgão responsável e, ao ser informado sobre o problema, o Ministério Público se manteve omisso segundo o ofício mostrado na matéria anterior.






segunda-feira, 16 de junho de 2014

Seja educado: Não use gaiolas


quinta-feira, 12 de junho de 2014

O Poder da Maçã


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Tucanos Beberam Água de São Paulo


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Pneus Queimados e Enterrados na Cidade do Ministro


segunda-feira, 31 de março de 2014

Jequié no No "A Bahia que a Gente Gosta" da Rede Record

O lado bom de Jequié.

Ainda faltou muita coisa como o Morro da Tartaruga, o Morro do Totonho, outras seis cachoeiras, a Trilha do Jacaré, etc, mas foi muito bom. Só erraram nos 80Km de espelho d'água da Barragem do Criciúma; essa informação seria da Barragem das Pedras.

Mas vale lembrar que por conta do abandono, muito veios d'água estão contaminados com caramujos e impróprios para o banho, como a Cachoeira do Frisuba e o esplendoroso Rio das Contas que vem morrendo mais e mais a cada ano.

Quando tivermos políticos sérios, talvez a coisa mude, mas por enquanto só façam estas trilhas em grupos ou com segurança. Em algumas, como no Morro do Totonho, é preciso segurança armada, pois tem plantações de maconha em diversos pontos e pode acabar em um conflito indesejado.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Rato Rabudo é comida no nordeste


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Enquanto o Brasil gasta 33 bilhões com a copa, no Piaui moradores comem RATO para não passar FOME na seca

A comida escassa devido à seca está fazendo piauienses caçarem roedores para complementarem a alimentação. No distrito de Brejinho, no município de Assunção do Piauí (273 km de Teresina), todos os dias no fim da tarde é comum ver moradores saindo para as áreas de grutas para colocarem armadilhas para pegar o “rato-rabudo”.
A caça ao animal é artesanal, e a armadilha é feita com pedra e gravetos. “Quando o rabudo passa pela armadilha, a pedra cai em cima e ele morre sufocado. No dia seguinte, a gente vai logo cedo ao local buscar o animal para já ser consumido no almoço”, disse o morador de Brejinho Genivaldo Bezerra, 35.

A reportagem do UOL tentou encontrar em alguma residência um rato para consumo, mas os moradores explicaram que como passam muita fome consomem logo o animal. “Como não tenho dinheiro para comprar carne, aqui é caçando, tratando e comendo o rabudo. Ninguém fica com ele na geladeira por muito tempo porque passamos fome e vamos logo comendo”, disse Bezerra.
O rato-rabudo, também conhecido em partes do Nordeste como punaré ou rato-boiadeiro, é um roedor que vive no campo, mas pode transmitir muitas doenças.

Apesar de a maioria dos moradores de Brejinho ter acesso ao programa Bolsa Família, eles afirmam que o dinheiro que recebem não dá para comprar a “mistura” para o almoço e acabam saindo à caça de ratos para servir de carne na alimentação. A dona de casa Francisca Ramos da Silva, 41, não se incomoda em contar à equipe de reportagem do UOL que a única carne consumida na casa dela é de rato.

A gente tem de se virar. Não plantamos nada neste ano por conta da chuva que não veio. Ninguém aguenta almoçar com a comida pura e, como o dinheiro que recebemos só dá para comprar arroz, feijão e macarrão, comemos o rabudo para complementar”, disse Francisca, informando que a carne do rabudo “é saborosa” e é sempre uma festa quando conseguem caçar alguns ratos.

ONDE FICA?

Mas "comer rato é tradição aqui. Eu mesmo já comi", diz prefeito o prefeito de Assunção do Piauí, Gabriel Mendes (PMDB), que afirmou ser tradição comer rato rabudo no município e não vê polêmica na matéria que foi destaque nacional. O município (a 273 km de Teresina) virou notícia ao ser divulgado que moradores do povoado de Brejinho caçavam ratos para complementar a alimentação devido à seca. 


De acordo Gabriel Mendes a caça ao rato "rabudo" existe em todo o município e faz parte da alimentação básica da população como tradição. Não é bem o que disse a família entrevistada.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Selvagem é você, seu civilizadinho!


Ciclismo Ecológico


Jequié: Cidade do Progresso... para burros!


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Cobra protege cães filhotes que caíram em poço na Índia

Esse é mais um caso envolvendo cobras. Apesar do fato ter acontecido em janeiro, me chamou a atenção pelo exemplo de solidariedade, respeito e ética de que até um animal como uma cobra pode ser capaz. Que sirva de reflexão, numa era em que a humanidade banaliza cada vez mais a Vida e a violência ganha cada vez mais espaço, inclusive contra as outras espécies.


Uma cobra protegeu dois cães filhotes por 48 horas após os animais caírem em um buraco, na Índia. No início, pensou-se que a serpente queria atacá-los, mas depois notaram que ela estava cuidando dos cãezinhos.

O caso aconteceu em Punjab, quando os dois caíram por acidente em um poço enquanto brincavam com outros irmãos. O tutor dos filhotes notou que faltavam dois e mais tarde ouviu-os latindo. Para sua surpresa, encontrou os cães no poço junto com uma cobra-rei. A cobra, muito venenosa, permaneceu ao lado dos filhotes e os protegeu de uma zona de perigo onde os peludos poderiam se afogar.

Com a chegada da autoridade florestal no local, os filhotes foram resgatados e a cobra devolvida à floresta. - Fonte



terça-feira, 19 de novembro de 2013

Saia do Sofá e Vá Viver!


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Estátua de Jesus Cristo e Igreja Adventista permanecem intactas nas Filipinas após passagem do tufão Haiyan


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