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segunda-feira, 6 de setembro de 2021

BRAZIL LOSES INDIVIDUAL FREEDOM DUE TO STF DICTATORSHIP


Teacher makes it clear about the moment we live in Brazil.


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domingo, 30 de agosto de 2020

Pancadão no centro de Jequié-BA

Nesta noite (29), um bar famoso por incomodar a vizinhança promoveu mais um pancadão em praça pública na noite de sábado para domingo, deixando moradores indignados com tamanha falta de respeito pela paz alheia. O bar manteve as portas fechadas para disfarçar, mas atendia em forma de Delivery, comercializando bebidas e petiscos até o final da muvuca.

Moradores que já acionaram a polícia afirmam não saber mais a quem recorrer, já que a justiça na cidade faz vistas grossas à situação que se repete periodicamente, transgredindo leis federais como o artigo 42 do Decreto-Lei n° 3.688/41 estabelece prisão de 15 dias a 03 meses ou multa para quem perturbar o sossego sob qualquer meio, seja através de uma festa noturna, uso de instrumentos musicais ou qualquer forma de barulho e a resolução 624/2016 do Contran atualizada em 2019. 

Mesmo com tantas leis, de nada adianta a reivindicação de moradores que pagam seus impostos e taxas municipais. Como sempre, são ignorados e a muvuca continua acontecendo, mesmo em época de pandemia onde a aglomeração na teoria é proibida.

by Wagner Miranda

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Terceira Guerra Mundial - Estratégia econômica



"A Guerra Biológica é mais barata e rápida que uma Guerra Normal. Vamos fazer uma análise maluca, mas com possibilidades de acontecer.

Eu me chamo China, fiquei por anos trabalhando muito duro e acumulando riquezas. Eu tenho um fornecedor chamado Brasil, o qual tem terras mais férteis que a minha e produz alimentos, minérios e outras comodities que eu preciso comprar. Eu tenho um rival, chamado EUA, o qual tem uma potencia militar muito maior que a minha, pretende colocar sanções ao meu comercio e me ameaça no ranking mundial.

Lanço um vírus, me preparo primeiro (já estou a anos acumulando riquezas para esse golpe), infecto uma pequena região, isolo, trato e perco 0,01% da minha população (perda muito menor do que em uma guerra tradicional e um custo muito menor). Nesse meu vírus, preservo a população mais jovem que futuramente será escravizada e elimino a população idosa, que detêm o conhecimento, riquezas e lideram muitos governos e empresas mundiais.

Paro minhas fábricas e produção, gerando um caos na economia mundial e digo que esse é o exemplo certo a ser feito. Espalho o vírus no mundo, todo o mundo, desesperado, começa o pânico, governos gastando recursos, exércitos voltados a área de saúde, desemprego, fome, perdas astronômicas nas maiores empresas do mundo, enfraqueço toda a economia mundial.

Todo o mundo para, nesse momento, nosso território começa a produzir, gerar riqueza novamente. Governantes não sabem o que fazer, começa a briga interna em todos os países, a população fica procurando culpados entre si e cada vez mais dá tempo para finalizar o meu golpe.

As bolsas de valores caem, começamos então, com todo o dinheiro que guardamos por anos a comprar essas empresas as quais precisamos ter controle a preço de banana.

Inevitavelmente, assim como numa guerra, milhares de pessoas morrem, algum tempo depois, eles juntam os fatos e percebem o golpe sofrido.

Governantes desesperados pedem para a população voltar a trabalhar, mas essa está em pânico devido as noticias e gera um conflito interno, pois a população está desacreditada e confusa, dificultando o aquecimento da economia.

Com o poder acionário de várias empresas produtivas, começo a enviar novos lideres para elas, o qual tem o intuito de “escravizar” todo esse povo para trabalhar para meu país. A recessão nesses países vai estar muito forte e os trabalhadores irão aceitar trabalhar por menos somente para não passarem fome.

Tenho uma produção mundial, com trabalho escravo e com produção direcionada aos meus interesses. Vendo um frango produzido no Brasil por apenas 1 real para o meu país, e vendo a 10 reais para o mercado interno brasileiro, os tornando cada vez mais pobres e dependentes. Consigo manipular a economia mundial, mando meu povo assumir cidades que sejam interessantes e cadeias produtivas.


Vocês entenderam agora o que está acontecendo?

Para todos que ainda não enxergaram essa guerra, serão escravizados por várias gerações. Muitos se perguntam porque existiram guerras. Algumas existiram, pois, pessoas e governantes preferem perder a vida a ver o seu povo escravizado. Vamos enxergar lá na frente, o que vai ser no futuro, quando seu filho irá trabalhar 12 horas por dia em uma fábrica comandada por chineses, e recebendo meio salário mínimo. Quando irá no mercado e não vai conseguir comprar comida com qualidade e preços que temos hoje a disposição.

Para os que reclamam que o arroz está R$ 3,00 o quilo (R$ 15,00 pacote com 5kg), ele provavelmente será quase todo exportado a China e custará R$ 30,00 o pacote de 1 Kg. O golpe que estamos levando, pensem em um jogo de estratégia, aonde o inimigo está várias jogadas a nossa frente.

Fechem as bolsas, não permitam que eles comprem nossas empresas (já estão comprando, a bolsa hoje, 24 de março de 2020, subiu quase 10%). Parem de brigar entre si, vejam quem é o verdadeiro inimigo.

Eu não sei vocês, prefiro morrer lutando, do que ser e ver meu povo ser escravizado. Precisamos urgentemente dar um contra golpe ou seremos eternos escravos."

Foto  |  (Texto Internet -  Bianca Shimitd)

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Deportados: Santos ou criminosos!?


É impossível a existência de um ser humano que não deseje a melhora pessoal, seja no mundo físico ou no mundo espiritual. Qualquer alma viva, seja humana ou animal, sempre buscará as melhores formas de obter recursos, garantir a segurança e poder expressar sua espiritualidade no caso humano. Diante disso, vemos diariamente milhares de pessoas se movimentando pelo mundo, em busca destas garantias, principalmente quando seus governos só os explora.


No Brasil não seria diferente, e o sonho de todos é sempre um país capitalista, mesmo que seja um comunista declarado, com certeza buscará a terra do Tio Sam ou adjacentes para se fazer feliz, ao invés de dar forças aos seus companheiros em países de esquerda. Mas nada errado, desde que o faça dentro das leis de cada país. Afinal de contas, a utopia socialista só funciona na cabecinha vazia de quem tem menos de 5 neurônios, e mesmo estes merecem dias melhores.


O problema é que a ultima liderança da esquerda proibiu os EUA de deportar os ilegais, os transgressores das leis americanas, sendo obrigados a manter e sustentar pessoas não bem vindas em seu território. Com a ascensão de um governo mais sério, foi reconhecido que quem pratica crime em terra alheia deve no mínimo, ser devolvido à sua base de origem, e voltaram os deportados que chegaram em seu território reclamando por terem sido apanhados praticando crime e não serem tratados como convidados. Mas caramba, entraram pela porta dos fundos para se infiltrar na festa, sem se identificarem e reclamam que a segurança os expulsou!? Queriam o quê, tratamento caviar por invadir a casa dos outros!?

A frase mais comum era: "não são bandidos!!!"

Mas pergunto: O que  é um bandido!? "Aquele que pratica atividades criminosas". "Aquele que pratica atividades ilegais (contra lei), geralmente com o objetivo de lucro monetário ou de bem estar".

Então queridos "santos invasores", vocês são bandidos naquele país, pois "transgrediram suas leis"!!! Será que é tão difícil entender a prática de um crime!? Será que os brasileiros se adaptaram ao sistema socialista onde "roubar um celular não é crime, é necessidade"!? (conforme o santo dos santos).

Eles tentaram e poderiam ter conseguido viver nas sombras por anos, até aparecer um milagre e os legalizar. Mas burlar as leis de um país onde as coisas funcionam não é tão simples. Então, tentem novamente e novamente e continuem tentando, quem sabe um dia conseguem viver na ilegalidade ou serem beneficiados pela sorte!? Mas não fiquem com a ladainha de "santos no quintal dos outros".

- por Wagner Miranda

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Decreto do Armamento de cidadãos de bem: Senadores que são contra cidadãos de bem


CUIDADO COM ESTAS FIGURAS ESDRUXULAS:

SIM (Contra o decreto das armas):
- Eliziane Gama (Cidadania-MA)
- Alessandro Vieira (Cidadania-SE)
- Álvaro Dias (Podemos-PR)
- Eduardo Girão (Podemos-CE)
- Oriovisto Guimarães (Podemos-PR)
- Romário (Podemos-RJ)
- Rose de Freitas (Podemos-ES)
- Styvenson Valentim (Podemos-RN)
- Antonio Anastasia (PSDB-MG)
- Mara Gabrilli (PSDB-SP)
- José Serra (PSDB-SP)
- Plínio Valério (PSDB-AM)
- Rodrigo Cunha (PSDB-AL)
- Tasso Jereissati (PSDB-CE)
- Mecias de Jesus (PRB-RR)
- Cid Gomes (PDT-CE)
-Weverton (PDT-MA)
- Kátia Abreu (PDT-TO)
- Wellington Fagundes (PL-MT)
- Daniella Ribeiro (PP-PB)
- Esperidião Amin (PP-SC)
- Jorge Kajuru (PSB-GO)
- Leila Barros (PSB-DF)
- Veneziano (PSB-PB)
- Fabiano Contarato (Rede-ES)
- Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
- Flávio Arns (Rede-PR)
- Humberto Costa (PT-PE)
- Rogério Carvalho (PT-SE)
- Jaques Wagner (PT-BA)
- Jean Paul Prates (PT-RN)
- Paulo Paim (PT-RS)
- Paulo Rocha (PT-PA)
- Confúcio Moura (MDB-RO)
- Eduardo Braga (MDB-AM)
- Renan Calheiros (MDB-AL)
- Jarbas Vasconcelos (MDB-PE)
- José Maranhão (MDB-PB)
- Marcelo Castro (MDB-PI)
- Simone Tebet (MDB-MS)
- Otto Alencar (PSD-BA)
- Omar Aziz (PSD-AM)
- Jayme Campos (DEM-MT)
- Rodrigo Pacheco (DEM-MG)
- Renilde Bulhões (Pros-AL)
- Zenaide Maia (Pros-RN)
- Reguffe (Sem partido-DF)

ESTES MERECEM O RESPEITO DE PESSOAS DE BEM:

NÃO (a favor do decreto das armas):
- Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)
- Major Olímpio (PSL-SP)
- Juíza Selma (PSL-MT)
- Soraya Thronycke (PSL-MS)
- Angelo Coronel (PSD-BA)
- Arolde de Oliveira (PSD-RJ)
- Lucas Barreto (PSD-AP)
- Carlos Viana (PSD-MG)
- Nelsinho Trad (PSD-MS)
- Chico Rodrigues (DEM-AP)
- Marcos Rogério (DEM-RO)
- Ciro Nogueira (PP-PI)
- Luiz Carlos Heinze (PP-RS)
-Vanderlan Cardoso (PP-GO)
- Mailza Gomes (PP-AC)
- Elmano Férrer (Podemos-PI)
- Lasier Martins (Podemos-RS)
- Izalci Lucas (PSDB-DF)
- Roberto Rocha (PSDB-MA)
- Jorginho Mello (PL-SC)
- Marcos do Val (Cidadania-ES)
- Telmário Mota (Pros-RR)
- Márcio Bittar (MDB-AC)
- Luiz do Carmo (MDB-GO)
- Dario Berger (MDB-SC)
- Eduardo Gomes (MDB-TO)
- Fernando Bezerra (MDB-PE)
- Zequinha Marinho (PSC-PA)

sábado, 16 de março de 2019

Seres bestiais atacam Escola em Suzano - SP


👉 Estive no fórum onde esses otários que atacaram a escola frequentavam, e lá eles são tratados como heróis mesmo, tipo aqueles ❌-Man. O pior de tudo é que muitos comentários deixam claro que estão servindo de exemplo para encorajar outros. Um mesmo chegou a dizer que o que ele “pretende fazer será muitíssimo maior que este de Suzano” 🔪⚰. Espero que a PF esteja envolvida nessas investigações 👮‍♀👮‍♂. O problema é que a lei frouxa do Brasil vai deixá-los livres e só Deus para nos proteger 🇧🇷.
 . 📌 Acho que a mídia não deveria dar tanta moral pra esse te lixo 🗑. Não citar o nome deles, nem onde moravam, nem o que faziam, ou onde viviam. Quando precisar, falar sobre, citar como “o assassino” - nunca o jovem, o adolescente, o homem, o seja lá o que for, mas trata-los como são: #AssassinosInúteis. Deveria borrar a foto para não mostrar o rosto - não nos interessa ver a cara desses seres bestiais. A mídia deveria tratar esses trastes como lixo que são e não ficar dando ibope pra vagabundo. Por isso que no fórum da deep web esses trastes tem tanta audiência, são tratados como deuses. A mídia deveria Falar das vitimas, da vida de cada um cidadão de bem que eram heróis na vida e foram mortos por lixos inúteis que nem merecem ter o nome citado, muito menos a imagem divulgada. Quando a mídia parar de dar ibope para essas bestas, os seguidores perdem o interesse, pois saberão que serão tratados da mesma forma. Minha opinião.

Foto

Gilmar Mendes ataca um Procurador da República


Triste cena: um ministro do STF indicado por FHC em 2002, que como um carrapato não larga o cargo, ofende terrivelmente um procurador da República. A briga em defender bandidos já está se tornando preocupante nas casas que comandam esse país.

domingo, 3 de março de 2019

Órgão responsável ignora carros “Plantados” nas vias públicas de Jequié-BA


O trânsito na cidade de Jequié tem se tornado cada vez mais difícil por conta da incompetência das administrações públicas por anos. O resultado é um total abandono às leis tanto por parte do público quanto pelos órgãos responsáveis como a Sumtran que instalada a anos, continua se preparando para agir, com exceção das multas que são aplicadas constantemente sem nenhuma resolução no trânsito. Mas um dos problemas antigos e que também ignoram é a situação de carros abandonados em vias públicas de toda a cidade. É costume local destruir as árvores e no lugar “plantam-se” carros que servem de reflorestamento, residência para andarilhos, ratos, baratas, escorpiões, sem falar dos mosquitos que fazem a festa em períodos de chuva, já que a maioria tem vidros quebrados e a água acumula-se em vários pontos.

Além de ser um problema de trânsito, já que está em vias públicas e um problema de saúde, é também um problema de segurança pública, pois bandidos costumam se esconder em pontos estratégicos para atacar pedestres despreparados como na rua Gustavo dos Santos Ribeiro - Cansanção, onde um baú contêiner foi abandonado a anos e os moradores já procuram o poder público e a polícia, mas ninguém resolveu nada. Mesmo a Sumtran informada sobre o problema, segundo moradores, nada fizeram ainda.

O órgão responsável deveria tentar localizar os donos e responsabilizá-los pelo transtorno e risco causado, e recolher os veículos para um local apropriado. Afinal de contas, os impostos e multas são cobrados periodicamente de todos, mas não cobram destes que abandonam seus ferros velhos e criam transtornos aos moradores e transeuntes.
















quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Maioria do STF valida indulto natalino de 2017


Por 6 votos a 2, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou pela validade do decreto de indulto natalino editado pelo presidente Michel Temer no ano passado. Os ministros definem agora se a validade do indulto será imediata. 

Já era esperado de um Supremo Tribunal Fascista (STF), também conhecido como Supremo Tribunal do Pistolão, é o órgão máximo do sistema da injustiça na Ditadura Democrática do Brasil, movimentando a economia de Brasília com o pagamento de funcionários fantasmas e processos de licitação para compra de colas, papeis, envelopes, canetas, carimbos, grampeadores e clipes. O órgão funciona, ou melhor, não funciona, num edifício sem-nome situado na Praça dos Três Poderes e é formado por 11 vampiros transformistas que se auto-intitulam adEvogados e que têm importantes participações em todos os casos de corrupção e crimes que chegam até eles, como é o caso no Mensalão, na Lava Jato, na aprovação de indenizações à presidiários festeiros e na soltura de assassinos e serial-killers importantes. Em todos eles, o STF oferece "aquela mão amiga" aos criminosos, como órgão máximo de homologação de confissões, ops, das decisões dos juízes de 1ª instância do interior do Brasil.

Durante toda o caso de corrupção que ficou conhecido pelo nome de sua operação mais famosa, a Lava Jato, o Supremo tem sido o responsável por dar o aval aos congressistas, ministros e outros ladrões com foro privilegiado, para que possam continuar cometendo crimes sem serem atrapalhados pelos chatos da Polícia Federal.

Seguindo os casos de repercussão famosos como o Mensalão, onde depois de dez anos todos os condenados tiveram a pena prescrita ou foram simplesmente perdoados por 'Barrosos do supremo', a Lava Jato também já começou a liberar alguns de seus condenados mais famosos na ladaínha do perdão natalino por falta de macho no poder, enquanto outros que continuam presos só permanecem porque cometeram algum tipo de fraude fiscal, esse sim um dos poucos crimes que realmente dá cadeia no Brasil, pois atrapalhas os aumentos absurdos de seus próprios salários mínimos!!!

Fonte | Fonte | Foto

sábado, 10 de novembro de 2018

Ditadura - O outro lado da história por Wander Pugliesi


Fonte

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Jurista denuncia e brasileiros de vídeo podem responder por crime na Rússia...

"O advogado Diego Valença Jatobá, o tenente da Polícia Militar de Santa Catarina Eduardo Nunes e o engenheiro Luciano Gil serão alvo de uma investigação do Ministério de Assuntos Interiores da Rússia. Os três, além de outros torcedores ainda não-identificados, aparecem em vídeo constrangendo uma estrangeira, com canto machista, violento e humilhante.

Jurista e referência na defesa dos direitos da mulher no país que sedia a Copa do Mundo, Alyona Popova fez uma denúncia formal, seguida de petição, pelos atos contra a honra e a dignidade de outra pessoa. Os atos são o primeiro passo para a abertura do inquérito, além de promover a opinião pública sobre o caso.

No vídeo que tornou-se viral e ganhou as redes de televisão do Brasil, no último fim de semana, um grupo de brasileiros aborda uma mulher estrangeira, cuja nacionalidade não foi identificada, e a faz repetir palavras chulas em referência ao órgão sexual feminino. Popova pede que as punições contra os brasileiros varie de multa a restrições na Rússia.

As multas podem variar de mil a três mil rublos, no caso de condenação por insulto à honra e à dignidade de outra pessoa, de forma indecente. “E se comprovar que os estrangeiros cometeram os atos destinados a incitar o ódio ou inimizade, bem como a humilhação de uma pessoa ou grupo de pessoas em razão do sexo, raça, nacionalidade, língua, origem, atitude à religião, bem como pertencentes a um tanto o grupo social, publicamente ou usando a mídia, eles podem ser levados à responsabilidade criminal”, complementou Popova." - Fonte

Energúmenos envergonham o Brasil na Copa da Rússia


Esses seres saem de seus país em caos social e vão reproduzir nossa realidade com jovens russas, anfitriãs que não são maliciosas o bastante para perceber que machos brasileiros reproduzem a realidade cantada em prosa e verso de brega, chamada de cultura, registrada como música de confusão, ops, funk, ritmo binário de origem negra que retrata a realidade dos seguidores. Assim como este, outros vídeos de outros predadores do mesmo nível circulam pela internet.

Cuidado, pois a realidade brasileira é assustadora e oculta para o mundo, já que os líderes dos últimos anos apresentaram dados falsos para os nações.
"Alguns meses atrás, jornal Globo escreveu que a cada hora no Brasil, mata-se uma mulher (4473 assassinatos no ano passado), e a cada hora, de acordo com a BBC, cinco mulheres são submetidas à violência no país.

Em 2017, a mídia também escreveu sobre o aumento nos últimos anos, incluindo estupro coletivo. 1.570 casos foram notificados em 2011, depois em 2016 o salto foi enorme: 3.526. Ao mesmo tempo, os especialistas dizem que estes números são muito baixo, pois apenas 10% das mulheres relatam sobre o que aconteceu. Então, os números oficiais precisam ser multiplicados por 10 !!!"

Pois é, bem vindos ao Brasil. E mulheres de outras nações, fiquem espertas pois temos homens sérios, mas é preciso ficar atentas e desconfiar sempre.

Wagner Miranda

sábado, 16 de junho de 2018

Jequié na lista das cidades mais violentas do Brasil

Dados são do Atlas de Violência. Rio e Bahia concentram municípios com maiores taxas

Cinco das dez cidades mais violentas do Brasil estão na Bahia, segundo dados do Atlas da Violência 2018, divulgado nesta sexta-feira (16) pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Eunápolis e Simões Filho, na Bahia, estão no top 3 de cidades mais violentas do país, atrás de Queimados (RJ). Ainda estão entre as dez mais violentas Porto Seguro, Lauro de Freitas e Camaçari. A pesquisa faz mapeamento das mortes violentas em municípios com mais de 100 mil habitantes. Os dados são referentes ao ano de 2016 e foram produzidos com base no Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde.

Foram analisados 309 municípios. Os três mais pacíficos são Brusque (SC), Atibaia (SP) e Jaraguá do Sul (SC) - nenhuma cidade baiana aparece entre as 10 com menor taxa. Enquanto os três mais pacíficos têm taxas de morte violenta de 4,8 a 5,4 a cada 100 mil habitantes, os três mais violentos têm taxas de 107,7 a 134,9. Veja a lista com as dez cidades mais violentas do país:

Cidade/ Mortes violentas para cada 100 mil habitantes

1. Queimados (RJ) - 134,9
2. Eunápolis (BA) - 124,3
3. Simões Filho (BA) - 107,7
4. Porto Seguro (BA) - 101,7
5. Lauro de Freitas (BA) - 99,2
6. Japeri (RJ) - 95,5
7. Maracanaú (CE) - 95
8. Altamira (PA) - 91,9
9. Camaçari (BA) - 91,8
10. Almirante Tamandaré (PR) - 88,5
120. Jequié (BA) - 47,8

Segundo o mapeamento, 50% das mortes violentas do Brasil se concentram em apenas 123 municípios do país, o equivalente a 2,2% das cidades brasileiras. Destes 123 municípios, 33 estão no Rio de Janeiro ou na Bahia. 

Levando em conta somente capitais, as três com maiores taxas de morte violenta são Belém (PA), Aracaju (SE) e Natal (RN). Já as que têm menores taxas são São Paulo (SP), Florianópolis (SC) e Vitória (ES). Salvador é a quinta mais violenta, com taxa de 61,7 mortes para cada 100 mil habitantes. A média nacional é de 30.

O Atlas mostra que as dez cidades maios violentas do país têm nove vezes mais pessoas na extrema pobreza do que as cidades menos violentas. O estudo mostra essa correlação entre condições de educação, trabalho e vulnerabilidade econômica com a prevalência de mortes violentas. Os municípios com menor acesso à educação, com maior população em situação de pobreza e maiores taxas de desocupação apresentam maiores taxas de mortalidade violenta.

Rio Branco (AC) - 63,4
Maceió (AL) - 55,6
Arapiraca (AL) - 65,8
Manaus (AM) - 48,6
Macapá (AP) 56,7
Salvador (BA) - 61,7
Feira de Santana (BA) - 85,1
Camaçari (BA) - 91,8
Vitória da Conquista (BA) - 68,5
Lauro de Freitas (BA) - 99,2
Itabuna (BA) - 69,9
Porto Seguro (BA) - 101,7
Simões Filho (BA) - 107,7
Eunápolis (BA) - 124,3
Teixeira de Freitas (BA) - 83,8
Alagoinhas (BA) - 81,1
Jequié (BA) - 75,4 (posição geral: 120º)
Juazeiro (BA) - 48,1
Barreiras (BA) - 64,9
Ilhéus (BA) - 56,1
Fortaleza (CE) - 55,0
Caucaia (CE) - 61,1
Maracanaú (CE) - 95,0
Juazeiro do Norte (CE) - 52,2
Brasília (DF) - 26,5

Desde 1998, o ranking da violência não apresenta mudanças significativas no conjunto de cidades que abriga. Para o pesquisador, isso é um sinal claro de falhas no planejamento. “O que falta é uma política nacional de enfrentamento da violência, pois não é possível combater um problema nacional com políticas locais”, explica Waiselfisz.

Para ele, também é necessário investir mais para reverter esse cenário. “Hoje estamos dando poucas gotinhas para ver se essa febre passa, mas tem que dar mais remédio”, afirma.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Genocida Karl Marx homenageado pela Câmara dos Deputados do Brasil - Bolsonaro Filho manifesta repúdio


Câmara faz seção solene para homenagear o maior genocida da história da raça humana: KARL MARX

E isso em um país que se diz cristão!!!

Leia o livro: "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota" - Olavo de Carvalho

Mais de 100 milhões de mortos pelo socialismo contra 6 milhões do nazismo ... diferença pequena, né!? 

"A guerra de classes é uma das provas mais claras da ação do socialismo". Uma vez implantado, essa guerra começa.

E o líder comunista homenageado pela Câmara dos Deputados no dia 06 deixa bem claro:

"As classes e as raças muito fracas para enfrentar as novas condições de vida, devem retirar-se. Elas devem PERECER NO HOLOCAUSTO REVOLUCIONÁRIO" - karl Marx

Mas não é o comunismo que fala em "ajudar os pobres"!? Há, é só falácia!!!

Wagner Miranda

sábado, 2 de junho de 2018

A história não mente, só sem mente não enxerga


No dia 6 de outubro de 1968, após assalto à mão armada ao Banco Banespa da Rua Iguatemi, em São Paulo, a assaltante vulgarmente conhecida como Dona Vanda, usando técnicas de terrorismo e portando um revólver de calibre 38 em mãos, conseguiu fugir com seus comparsas, roubando a vultosa quantia de 80 mil Cruzeiros Novos, valor que trazido para março de 2016, seria de aproximadamente R$ 690 mil.

O crime do assalto ao Banco Banespa em outubro/68 foi um grande sucesso para a quadrilha de terroristas, pois comparado ao de dois meses antes, quando no dia primeiro de agosto, o mesmo bando, numa tentativa frustrada de assalto ao Banco Mercantil de São Paulo, fugiu sob tiros, sem levar um centavo sequer, deixando para trás dois comparsas. Um seriamente ferido e o outro morto. Na ocasião, Dona Vanda era conhecida como Patrícia.

Dois anos depois, em 16 de janeiro de 1970, a terrorista (então chamada Dona Luíza) foi finalmente capturada pela Operação Bandeirante e após ter sido presa (sem qualquer tortura), confessou ter planejado minuciosamente o assassinato do Capitão Chandler e o assalto ao Quartel da Força Pública do Barro Branco, entre outros.

Passados 45 anos, essa mesma mulher, não usou exatamente as estratégias de terrorismos e arma nas mãos, mas nos assaltou com uma caneta de Presidente da República do Brasil e outras estratégias amorais.

Essa mesma Dona Vanda, Patrícia ou Luíza, que subiu ao poder máximo no  país, usou o verdadeiro nome de Dilma, assaltou os cofres da Caixa Econômica Federal, banco fundado em 1861 por Dom Pedro II.

Tem gente, que sem conhecer a história, saiu e sai às ruas para defendê-la junto com sua corja de bandidos das décadas de 60 e 70.

Somos o país que mais elege bandidos para o poder público. Por isso estamos onde estamos. Ou mudamos nossos ídolos ou nunca mudaremos a realidade do nosso tão lindo Brasil.

domingo, 6 de maio de 2018

Justice Made In Brazil


Escultura do dinamarquês Jens Galschiot, uma justiça obesa, mórbida, sendo carregada por um povo miserável, magro de olhos fundos retrata muito bem a Justiça Brasileira, uma justiça perdulária, corrupta, obesa, ociosa e parasita, sustentada  pelo povo miserável e quebrado com sofrimento. Uma justiça forte para os fracos e fraca para os fortes. Uma justiça que usa o rigor para os fracos e usa os favores para os ricos.

No Brasil o bandido tem mais direitos que o cidadão de bem, e o bandido rico tem direitos a tanta forma de se livrar do crime que faz até vergonha ser honesto neste país
"Os recursos utilizados em um processo estão elencados no Código de Processo Civil, ou caso se trate de matéria penal, no Código de Processo Penal. Vale lembrar que habeas corpus, habeas data, mandado de segurança (individual ou coletivo) e mandado de injunção não são recursos, e sim garantias, apesar de misturarem-se aos recursos nos processos em geral.

De acordo com o Código de Processo Civil em vigor, mais precisamente em seu artigo 496, o ordenamento jurídico brasileiro dispõe de oito tipo de recursos distintos, empregados em diversas fases do processo:
  1. I - apelação: - recurso interposto por petição ao juiz, a partir da emissão da sentença, pela parte vencida
  2. II – agravo: - cabível contra decisões interlocutórias (questões incidentais ao processo) e quando é negada a apelação, ou ainda quanto aos efeitos em que é recebida a apelação, quando o agravo se torna agravo de instrumento.
  3. III - embargos infringentes: - utilizado quando há acórdão não unânime que, analisando a sentença, reforme tal decisão, ou ainda aceitou ação rescisória.
  4. IV - embargos de declaração: - servem para corrigir obscuridade ou contradição na sentença ou houver omissão na qual deveria o juiz ou tribunal se pronunciar.
  5. V - recurso ordinário: cabível ao Supremo Tribunal Federal quando se recorre de mandados de segurança, habeas data e mandados de injunção decididos em única instância pelos outros tribunais.
  6. Vl - recurso especial: interposto perante o Superior Tribunal de Justiça sobre uma decisão judicial proferida por um Tribunal de Justiça ou Tribunal Regional Federal.
  7. Vll - recurso extraordinário: meio utilizado para impugnar no Supremo Tribunal Federal uma decisão judicial proferida por um tribunal estadual ou federal, ou por uma turma recursal de juizado especial que contrarie preceito da constituição. Tanto o recurso especial quanto o extraordinário estão previstos na Constituição Federal (105 e 102, respectivamente)
  8. VIII - embargos de divergência em recurso especial e em recurso extraordinário: utilizado em em recurso especial quando houver divergência de julgamento de outra turma, de seção ou órgão especial, ou no caso de recurso extraordinário, divergir do julgamento da outra turma ou do plenário.

Destes oito tipos, os três últimos (recurso especial, recurso extraordinário e embargos de divergência) foram adicionados posteriormente através de uma lei própria. No caso do recurso especial e do recurso extraordinário, a lei é a 8038 de 1990. Já os embargos de divergência foram introduzidos por meio da lei 8950 de 1994.

Quando o assunto é matéria penal, os recursos cabíveis se encontram no Código de Processo Penal. Mas ao contrário da matéria civil, aqui não há um artigo específico enumerando os recursos, que são diretamente apresentados ao leitor a partir do capítulo II do Título II da obra (DOS RECURSOS EM GERAL), começando com o recurso em sentido estrito, no seu artigo 581. São ao todo oito tipos de recursos diferentes:
  • I - recurso em sentido estrito: interposto nos vários casos elencados no artigo 581 do Código de Processo Penal;
  • II - apelação: cabível nas sentenças do juiz, naquelas não cobertas pelo recurso em sentido estrito e em decisões do tribunal do Júri em caso de nulidade, contrariedade a lei, erro ou injustiça, ou a decisão dos jurados ignorar as provas do caso.
  • III - recurso especial: mesmo recurso da matéria civil, relacionado no artigo 105 da constituição, mas neste caso voltado para matéria penal.
  • IV - recurso extraordinário: mesmo recurso da matéria civil, relacionado no artigo 102 da constituição, mas neste caso voltado para matéria penal.
  • V - embargos de declaração: mesmo recurso da matéria civil, agora, aplicado no campo penal.
  • VI - embargo infringente: mesmo recurso da matéria civil, agora, aplicado no campo penal.
  • VII - revisão criminal: peça exclusiva da defesa, na verdade trata-se de ação impugnativa e não um recurso, e que visa a substituição de uma sentença por outra.
  • VIII - carta testemunhável: instrumento utilizado para o conhecimento de outro recurso, cabível contra decisão que denegar um recurso ou, admitindo-o, o juiz venha a negar sua expedição e seguimento para o tribunal que deveria julgar o recurso." - Fonte

A festa dos ricos: Apelação, Agravo Simples, Agravo Regimental, Agravo retido, Agravo de Instrumento, Embargos Infringentes, Embargos de Declaração, Recurso Ordinário, Recurso Especial, Recurso Extraordinário, Recurso Extraordinário Retido, Recurso Adesivo, Recurso do Recurso, Embargos de Divergência do STF e STJ, Embargo dos Embargos, etc, etc, etc ... Prender rico no Brasil é tarefa pra poucos, pouquíssimos mesmo!

Sendo assim, se pretende ser bandido, então seja bandido da pesada, movimentando milhões e milhões para ter chances de usar todas as brechas que a nossa tal lei pra poucos te dá e sobrar uma grana para pagar os obesos. Mas lembre-se que pode se deparar com um desses pouquíssimos Moros da vida que lutam constantemente para fechar as brechas que os colegas obesos vão abrindo.

Wagner Miranda

terça-feira, 17 de abril de 2018

Brasil consegue afundar mais ainda o fundo do poço


Os programas sociais brasileiros se mostraram ineficazes, a prova disso é que o Brasil está entre os cinco países mais desiguais, diz estudo de centro da ONU, após descobrir que dados apresentados nos últimos 10 anos foram maquiados, como sempre. 1% dos mais ricos do Brasil concentra 23% do total da renda do país, nível bem acima da média internacional, mesmo depois de 14 anos de PT, representando a esquerda salvadora.

Somos um dos países com maior número de bandidos no poder. TODOS os nossos presidentes democráticos estão envolvidos em desvio de recursos, e isso é uma vergonha. O montante roubado pelos nossos políticos, daria para sustentar toda a nossa nação por anos. E estamos falando só do que se sabe até o momento! O país não é só administrado por bandidos, mas a nossa vida é regida por bandidos em todo o território nacional, pois nem eu e nem você como cidadão andamos em total paz nas ruas de nossas cidades, nem ousamos dormir com portas abertas. Mesmo morando no centro da cidade, preciso pagar bandidos dominantes para evitar ser roubado em meu trabalho.Vivemos sob o regime de bandidos, seja em nossa rua, nosso bairro, nossa cidade, estado ou país.

Nossa educação afundou tanto no poço que perdemos todas as posições elogiáveis que conquistamos a duros passos. Hoje mais vale um pedaço de papel na parede do que o conhecimento de fato. Temos um monte de analfabeto acadêmico lotando as academias intelectuais da vida. Nossos professores deixaram de ser educadores para serem politiqueiros, defendendo suas ideologias na educação forçada de nossos adolescentes, quando deveriam focar cada segundo em passar o conhecimento ao qual foram destinados. Vi isso na história de Hitler, Mussolini, etc.

Nosso sistema de saúde está carcomido e desumanizado, tornando uma simples gripe em qualquer um de nós em um pesadelo de terror se vamos ou não garantir nossa saúde de volta, já que além de podermos cair em mãos de ignorantes acadêmicos ou mesmo por falta de um mínimo de recursos para o atendimento, mesmo pagando um dos mais altos percentuais de nossos ganhos em impostos.

Os bens do Brasil estão sendo corroídos por ratos escrotos a exemplo da Petrobras que quase vai à falência, assim como outras estatais corroídas de igual modo.

Então se conseguirmos afundar mais do que isso, realmente merecemos uma ditadura de verdade, não esse militarismo que tivemos onde as casas funcionavam e poucos direitos foram retirados.

Qualquer democracia sem controle, vira anarquia. Toda democracia tem que ser regida por leis e leis severas, e é preciso um mínimo de censura para se manter uma nação em ordem. Muita liberdade com mentes tão diferentes leva ao caos. A não ser que prefira o caos.

Wagner Miranda

Os dados podem ser encontrados no site das nacoesunidas.org

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Lula é desmascarado pela ONU. Estudo comprova uma década e meia de mentiras do PT


O ex-presidente Lula e os representantes do PT foram desmentidos por um dos mais profundos estudos sobre a pobreza no Brasil entre os anos de 2010 e 2014. Os indicadores apontam que durante os governos do PT de Lula e Dilma, nada se avançou no combate a desigualdade social no país ao longo de toda a era PT. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 22.

 O Radar IDHM, índice que compara as tendências de crescimento dos indicadores sociais na década de 2000 a 2010 e no período de 2011 a 2014. O estudo comprova que o Brasil perdeu a batalha para redução da desigualdade nos primeiros quatro anos desta década. Estudo feito pelo Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (Pnud) em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro.

A conclusão foi a de que o Brasil não conseguiu, em 14 anos, diminuir o fosso entre ricos e pobres. O estudo comprova que o discurso de Lula e dos integrantes do PT é meramente uma peça de marketing, enquanto os mais pobres continuam a sentir na pele o drama da pobreza e da desigualdade social.

Se comparado a outros países como México, Chile e Colômbia, a conclusão é a de que o povo brasileiro regrediu nas conquistas econômicas e sociais entre o período e que os avanços foram maiores no estudo anterior aos governos do PT.

Outro aspecto que chama a atenção é que o estudo foi realizado durante o período de maior prosperidade dos governos petistas. Os danos na economia causados pela corrupção na Petrobras começaram a ser sentidos justamente após o ano de 2014, o último avaliado na pesquisa. De lá para cá, mais de 12 milhões de brasileiros ficaram sem emprego, o que significa que o fosso que separa os pobres dos ricos aumentou, enquanto a renda das famílias diminuiu ainda mais.

Entre 2000 e 2010, anos dos dois mandatos de Lula, o  Índice de Gini, que mede o nível de desigualdade, aponta que o Brasil teve uma redução da pobreza de 0,6% de 2000 a 2010, mesma proporção identificada para o período de  2011 a 2014. O valor foi considerado inexpressivo pelos especialistas, considerando que mesmo países em guerra tiveram evolução bem maior.

As políticas de transferência de renda e de valorização do salário mínimo alegadas por Lula e Dilma não foram suficientes para mudar de forma significativa a distância dos mais pobres para os mais ricos. As projeções mostram que a desigualdade no Brasil é tão intensa que, mesmo quando a renda do pobre cresce o dobro em relação ao crescimento dos rendimentos dos mais ricos, o impacto na desigualdade ainda não é imediato.

“A desigualdade continua sendo um desafio para o Brasil. A gente consegue aliviar a pobreza, tirar as pessoas da situação de extrema pobreza, mas as pessoas que ganham mais continuam ganhando mais ainda. Então, o fosso da desigualdade continua numa tendência bastante estável”, explica Andréa Bolzon, coordenadora do relatório de Desenvolvimento Humano Nacional do Pnud no Brasil.

O estudo não traz detalhes sobre as causas das mudanças nos indicadores sociais, mas para o Pnud, a desigualdade leva em consideração não somente a diferença de renda, mas também disparidades territoriais, de gênero e raça.

Tanto Radar IDHM como o IDHM são compostos por três indicadores de desenvolvimento humano: longevidade, educação e renda. O índice varia de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano. São cinco classificações: muito baixo, baixo, médio, alto e muito alto.

Outra mentira de Lula e do PT. Autores do trabalho mostraram-se especialmente preocupados com o desempenho na área da educação. "Esse é o grande gargalo", constata Andrea. O documento chama a atenção, por exemplo, para a estagnação no porcentual de pessoas com 18 anos ou mais que apresentem ensino fundamental completo. Em 2011, representavam 60,1% do total. Em 2014, eram 61,8%.

De acordo com os estudos, os avanços sociais obtidos pelos mais pobres durante a era PT foram inferiores aos observados no país durante as décadas de 60, 70, 80 e 90. Já para os mais ricos, as administrações petistas foram bastante positivas. Especialmente para os bancos, empreiteiras. 

domingo, 1 de abril de 2018

O que é verdade e o que é invenção em 'O Mecanismo', a série da Netflix sobre a Lava Jato

André Shalders - @shaldim / Da BBC Brasil em São Paulo


Atenção: a reportagem contém "spoilers" (revelações sobre a trama).

A série Narcos, que foi ao ar em 2015, constrói seu enredo misturando elementos de verdade com outros de ficção. Os "mocinhos" de Narcos - dois agentes do Dea, o departamento de narcóticos dos EUA - existem na vida real e deram consultoria aos produtores da série. Agora, o cineasta brasileiro José Padilha - que participou de Narcos - repetiu o mesmo método em sua nova série na Netflix, O Mecanismo, uma ficção baseada em fatos reais da operação Lava Jato.

Em Narcos, a mistura de ficção com realidade não gerou protestos do público brasileiro. Mas com O Mecanismo foi diferente: simpatizantes do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do PT protestaram nas redes sociais pelo fato da série ter atribuído ao personagem João Higino, que representa o petista, uma frase que na vida real foi dita pelo senador Romero Jucá (MDB-RR). A frase é famosa: Jucá fala em "estancar a sangria" das investigações de corrupção da operação Lava Jato.

O Mecanismo é descrita por seus criadores como uma "obra de ficção inspirada livremente em eventos reais". "Personagens, situações e outros elementos foram adaptados para efeito dramático", diz uma tela que é repetida ao começo de cada episódio.

Entidades e empresas que existem no mundo real tiveram seus nomes trocados na série. O PT (Partido dos Trabalhadores), passa a chamar-se "PO" (Partido Operário); a Petrobras vira "Petrobrasil"; e a empreiteira Galvão Engenharia passa a chamar-se "Bueno Engenharia".

O mesmo acontece com os personagens. Em vários casos, os nomes foram pensados para ter semelhança com o de pessoas reais. Assim, a personagem que representa a ex-presidente Dilma Rousseff foi batizada de "Janete Ruscov"; Michel Temer vira "Samuel Thames", e a delegada Erika Marena é representada por "Verena Cardoni". O mesmo é verdade para os doleiros Alberto Youssef ("Roberto Ibrahim"), Carlos Habib Chater ("Chebab"), e Nelma Kodama ("Wilma Kitano").

Já o ex-ministro da Justiça e advogado Márcio Thomaz Bastos (1935-2014) aparece na série como "Mário Garcez Brito", ou "O Mago": o personagem é uma espécie de super-lobista e advogado defensor de empreiteiras encrencadas com a Justiça.

Na vida real a coisa é mais complexa: Thomaz Bastos realmente trabalhou para empreiteiras da Lava Jato no fim da vida, mas foi também o principal responsável pela reestruturação e aumento da capacidade da Polícia Federal ("Polícia Federativa", na série) durante sua passagem pelo Ministério da Justiça (2003-2007).

Em uma entrevista por escrito ao site Observatório do Cinema, publicada no último domingo, José Padilha disse que a polêmica em torno da frase sobre "estancar a sangria" é "boboca". "(...) A repetição do uso de uma expressão idiomática comum, como 'estancar a sangria', não guarda qualquer significado. (O ex-senador) Delcídio (do Amaral) usou a expressão 'acordo'. Se Higino falar 'acordo' ele é o Delcídio? O fato de o Jucá ter usado a expressão 'estancar a sangria' não a interdita", disse ele.

A reportagem procurou José Padilha por meio de sua assessoria, mas não houve resposta até o fechamento.

O que é verdade e o que é invenção na série de José Padilha? A reportagem da BBC Brasil explica como aconteceram na vida real alguns dos episódios retratados na produção da Netflix.

1. Lula falou sobre "estancar a sangria"? Falso
Na série dirigida por José Padilha, a frase é dita pelo personagem José Higino (que representa o ex-presidente Lula) ao "Mago", inspirado em Márcio Thomaz Bastos. O diálogo fictício ocorre em 2014, antes das eleições presidenciais. Mas a cena é fantasiosa.

Na vida real a frase foi dita pelo senador Romero Jucá (MDB-RR), ao ex-presidente da Transpetro e delator da Lava Jato, Sérgio Machado. A conversa foi gravada por Machado e entregue às autoridades como parte de seu acordo de delação. O período também é outro: o diálogo real ocorreu em março de 2015, já com Dilma Rousseff (PT) reeleita, e com alguns dos principais empreiteiros do país na cadeia.

Sérgio Machado diz a Jucá que o senador precisa encontrar algum jeito de evitar que seu caso "desça" para Curitiba, sob o juiz federal Sérgio Moro. Jucá: "(A solução) tem que ser política, advogado não encontra (...). Se é político, como é a política? Tem que resolver essa p****... Tem que mudar o governo para poder estancar essa sangria", diz ele, no áudio verdadeiro, captado antes do processo de impeachment que apeou Dilma da cadeira.


2. A prisão de Youssef em 2014 aconteceu daquele jeito mesmo? Verdadeiro, mas…
Na série, o doleiro Roberto Ibrahim aproveita-se de um descuido do agente "China" (que representa o policial federal aposentado Newton Ishii, o "Japonês da Federal") para pegar um jatinho no aeroporto de Congonhas (SP) e se mandar para Brasília.

O comando da PF no Paraná chega a interromper a operação, mas de repente a sorte dos protagonistas muda: Ibrahim (Youssef) reaparece no radar dos policiais, já na capital federal. O agente liga no hotel, e Ibrahim atende. Ele retorna a ligação e descobre que a chamada veio da PF - e deduz que seria preso.

Desconfiando da prisão iminente, o doleiro sobe até outro quarto do hotel e entrega uma mala de dinheiro a um comparsa que viajava com ele. "Vou ser preso amanhã. Faz o pagamento aí", diz, com calma.

A cena é real - inclusive a ligação para a PF e a mala de dinheiro. A diferença é que Ishii não deixou Youssef escapar e o doleiro tampouco estava em Brasília no momento da prisão.

Quando foi detido, Youssef estava no quarto nº 704 do Hotel Luzeiros, um dos mais requintados de São Luís (MA), com vista para o mar. Segundo o Ministério Público, a mala continha R$ 1,4 milhão em propina, vinda da empreiteira UTC, e que seria paga a um secretário do governo maranhense, na gestão de Roseana Sarney (MDB). A prisão ocorreu em 17 de março de 2014. A ex-governadora nega irregularidades.

3. O posto de gasolina de Yousseff realmente existe? Verdadeiro
Na série, o local é chamado de "Posto da Antena". Na vida real, o estabelecimento funciona até hoje - trata-se do Posto da Torre, localizado no Setor Hoteleiro Sul, ao lado da Torre de TV, um dos cartões-postais de Brasília. O empreendimento foi alvo da primeira fase da Lava Jato.

Além de 16 bombas de combustíveis, o Posto da Torre abrigava uma lanchonete especializada em kebab e uma casa de câmbio - além de um lava-jato. O estabelecimento era comandado por Carlos Habib Chater, sócio de Youssef. Na série, Chater é representado pelo personagem "Chebab". Na vida real, o posto também serviu para de inspiração para a delegada Erika Marena ("Verena Cardoni") cunhar o nome "Lava Jato" para a operação.

4. Youssef circulava pelo comitê de campanha de Dilma Rousseff? Falso
Logo no começo da série, o personagem Roberto Ibrahim (que representa o doleiro Alberto Youssef) aparece em uma cena dentro do comitê de campanha do "Partido Operário" - na vida real, o comitê de Dilma Rousseff (PT). "Você quer quanto? R$ 500 (mil) resolve, para esta semana?", pergunta o personagem a uma integrante do staff fictício. "R$ 600 (mil), meu amor. Para agora", responde ela.

Na vida real, esta cena jamais poderia ter acontecido: durante a campanha eleitoral de 2014, Alberto Youssef estava preso em Curitiba, no Paraná (ele foi detido na 1ª fase da Lava Jato, em 17 de março de 2014, e ficou na cadeia até 17 de novembro de 2016).

Entretanto, para o Ministério Público, há provas de que a campanha presidencial de Dilma Rousseff e Michel Temer em 2014 usou dinheiro proveniente do esquema de corrupção da Lava Jato. Em junho de 2017, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgou a questão - o relator do caso, ministro Herman Benjamin, concordou com a avaliação do Ministério Público, mas foi derrotado em plenário: por quatro votos a três, os ministros do TSE rejeitaram a cassação da chapa Dilma-Temer. PT e MDB negam ter usado dinheiro do crime para financiar a campanha.

5. O policial Marco Rufo existiu realmente e fuçou extratos no lixo? Não foi bem assim...
Assim como outras figuras da série, o policial Marco Rufo é baseado em uma pessoa real - neste caso, um ex-delegado da PF, hoje aposentado, chamado Gerson Machado. Assim como Rufo, Machado é de Londrina (PR). Esta é também a cidade natal de Alberto Youssef (na série, Roberto Ibrahim).

Assim como Rufo - o da ficção - Machado investigou Youssef, e disse ter sido acusado de "perseguição" pelo doleiro. Na vida real, Machado abriu um inquérito sobre o caso em 2008, anos antes da Lava Jato começar. Ao jornal O Estado de S. Paulo, Machado disse em 2016 que foi afastado das investigações e depois "foi aposentado" precocemente, aos 49 anos de idade, em 2013. O afastamento o deixou deprimido.

Na série, porém, Marco Rufo conhece Ibrahim desde a infância; está na cola do doleiro desde o caso Banestado (na década de 1990), e sofre de transtorno bipolar. Além disso, vasculha o lixo do doleiro para tentar coletar provas e comete outros atos ilegais ao longo da série (como destruir a marretadas uma motocicleta de luxo dos investigados).

Na vida real, os investigadores da Lava Jato usam uma série de softwares de análise de dados, inclusive para fazer o cruzamento de informações financeiras obtidas com ordem judicial junto ao sistema financeiro nacional. Nunca coletaram nada no lixo dos investigados, até onde se sabe.

6. Youssef realmente foi preso e fez delação uma década antes da Lava Jato? Verdadeiro, mas…
Em 1969, o Banco Central do Brasil editou uma norma, a Carta Circular nº 5, com o objetivo de facilitar a vida de brasileiros vivendo no exterior. A norma criou um tipo de conta bancária - batizada de CC5 em referência à Circular do BC - que permitia depositar dinheiro em moeda estrangeira no Brasil e sacá-lo no exterior.

Entre 1996 e 2003, um grupo de doleiros utilizou as contas CC5 do Banco do Estado do Paraná, o antigo Banestado, para enviar cerca de US$ 30 bilhões para fora do país. Um deles era Alberto Youssef. Ele admitiu mais tarde que efetivamente pagou propina, em nome de empresas, aos dirigentes do Banestado, para facilitar empréstimos a essas empresas. O nome do banco batizou o escândalo.

Youssef fechou seu primeiro acordo de delação premiada em 2004 - o acordo foi homologado pelo juiz Sérgio Moro. Em 2014, na segunda prisão do doleiro, o mesmo juiz invalidou o acordo de 2004.

A história é contada de forma resumida pela série de José Padilha - inclusive com uma menção às contas CC5. Mas há pelo menos dois pontos que merecem reparos. Ao ser preso, Youssef diz que não vai ficar muito tempo preso, já que o seu advogado "é o ministro da Justiça". Naquela época, o ministro era Márcio Thomaz Bastos ("O Mago", na série). Bastos nunca defendeu Youssef. Além disso, a série deixa de mencionar o fato de o esquema ter começado a funcionar em 1996, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/brasil-43550506

sábado, 14 de outubro de 2017

Pedofilia imposta pelo Comunismo de Marx para acabar com a família


"“Abolição da família! Até os mais radicais ficam indignados diante desse desígnio infame dos comunistas. Sobre que fundamento repousa a família atual, a família burguesa? No capital, no ganho individual. A família, na sua plenitude, só existe para a burguesia, mas encontra seu complemento na supressão forçada da família para o proletário e na prostituição pública. A família burguesa desvanece-se naturalmente com o desvanecer de seu complemento. E uma e outra desaparecerão com o desaparecimento do capital.” [1]

Segundo o Manifesto, qual o fundamento da família? O capital. Como acabar com ela? Acabando com o capitalismo e a propriedade privada. Enquanto a moral judaico-cristã compreende a importância da família e luta para que ela se mantenha coesa, o comunismo a despreza, a desvaloriza e lança contra ela seu veneno.

A Lei da Palmada nada mais do que afronta marxista contra a autoridade paterna. O feminismo nada mais do que a luta de classes transferida para a identidade sexual. A defesa da união entre pessoas do mesmo sexo, nada mais é do que uma tentativa maquiavélica de anular o sentido de família, pois se família é qualquer coisa que se denomine família, então nada é família.

Friedrich Engels, buldogue de Marx, escreveu:

“A monogamia não aparece na história, portanto, como uma reconciliação entre o homem e a mulher e, menos ainda, como forma mais elevada de matrimônio. Pelo contrário, ela surge sob a forma de escravização de um sexo pelo outro, como a proclamação de um conflito entre os sexos, ignorado, até então, na pré-história. (…) Hoje posso acrescentar: o primeiro antagonismo de classes que apareceu na história coincide com o antagonismo entre o homem e a mulher na monogamia; e a primeira opressão de classes, com a opressão do sexo feminino pelo masculino”[2]

E continua:

“A família individual moderna baseia-se na escravidão doméstica, franca ou dissimulada, da mulher, e a sociedade moderna é uma massa de cujas moléculas são as famílias individuais”[3]

O Manifesto é também entre  outras coisas um libelo contra a família, cujas ideias são ampliadas na obra de Engels:

“Então é que se há de ver que a libertação da mulher exige, como primeira condição, a reincorporação de todo o sexo feminino à indústria social, o que, por sua vez, requer a supressão da família monogâmica como unidade econômica da sociedade”[4]

Bastaria ouvir minha esposa para desmascarar tamanha besteira. Entretanto, e infelizmente, nem sempre as novas gerações são tão sábias quanto ela, e, inoculadas com veneno marxista, muitos só mais tarde compreendem as bênçãos de uma família estável em um mundo instável.

No entanto, o marxismo não é apenas inimigo da família. Ele é inimigo do conceito de família. Não devemos ficar admirados se em uma cultura marxizada a família sofre todo tipo de ataques e distorções.

As ideias marxistas sobre família fizeram parte da Revolução Bolchevique: “Muitos bolcheviques acreditavam que a família, sendo uma instituição baseada na propriedade privada, seria abolida em uma sociedade comunista, com o Estado assumindo a responsabilidade de cuidar das crianças e do trabalho doméstico”[5]. E se os pais educassem seus filhos conforme seus valores e não conforme os valores da revolução marxista, então esses filhos podiam rebelar-se com o total apoio do Estado. “Se os pais persistem em transformar os filhos em pequenos senhores ou em místicos bitolados, então as crianças tem o direito ético de abandoná-los”[6]. É marxismo pisando a ética judaico-cristã, o mandamento de honrar pai e mãe. Em primeiro lugar vem a submissão ao Estado-Leviatã.

Na década de 1980, Marilena Chauí lançou seu livro “O que é ideologia?” E nele já estavam contidos ataques à família, bem como a defesa da união homossexual. Temos hoje o resultado de décadas de doutrinação.

Se a ideologia [capitalista] mostrasse todos os aspectos que constituem a realidade das famílias no sistema capitalista, se mostrasse como a repressão da sexualidade está ligada a essas estruturas familiares (condenação do adultério, do homossexualismo, do aborto, defesa da virgindade e do heterossexualismo, diminuição do prazer sexual para o trabalhador porque o sexo diminui a rentabilidade e produtividade do trabalho alienado), como, então, a ideologia manteria a ideia e o ideal da Família? Como faria, por exemplo, para justificar uma sexualidade que não estivesse legitimada pela procriação, pelo Pai e pela Mãe? Não pode fazer isto. Não pode dizer isto[7] Para ela a família não é uma necessidade da estrutura social. É apenas uma conveniência humana que se opõe á religião de Marx. Precisa ser destruída.

Este é mais um dos pontos que torna o Manifesto Comunista o pior livro do Ocidente. Sua defesa do Estado monstro, seu anti-cristianismo, sua defesa da violência política, são motivos suficientes para que sua leitura seja, senão suprimida, pelo menos contraindicada. Sua venda deveria ser feita sob um rótulo: “Cuidado, esta leitura é prejudicial à sua existência e à existência de toda a humanidade”. A história universal que o diga. E nossa história também.

[1] MARX, K. e  ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Global Editora, 1986, p. 32
[2] ENGELS, Friedrich. A origem da família, da propriedade privada e do Estado. Rio de Janeiro: Best Bolso, 2014, p. 79
[3] ENGELS, Friedrich. Op. Cit. p. 89
[4] Op. cit. p. 90
[5] SMITH S.A. Revolução Russa. Porto Alegre: L&PM, 2013, p. 160
[6] SMITH S.A. Op. Cit p.163
[7] CHAUÍ, Marilena. O que é ideologia. São Paulo: Brasiliense, 1980, p. 118"
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