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segunda-feira, 2 de junho de 2025

O Controle da Informação e a Manipulação das Massas

O regime nazista, sob o comando de Adolf Hitler, consolidou seu poder não apenas através da força militar e da repressão política, mas também por meio de um rígido controle sobre a informação. A censura foi uma ferramenta essencial para ocultar os crimes do regime, manipular a opinião pública e garantir a adesão inquestionável da população aos ideais nazistas.

Um dos pilares da censura nazista foi o controle do sistema judiciário. Otto Georg Thierack, ministro da Justiça do Reich a partir de 1942, trabalhou em estreita colaboração com o governo para assegurar que as leis fossem interpretadas de acordo com os interesses do Partido Nazista. Thierack solicitava à Suprema Corte alemã (Volksgerichtshof, ou "Tribunal do Povo") medidas repressivas que eram imediatamente validadas por Roland Freisler, o infame juiz-presidente conhecido por seus julgamentos sumários e sentenças brutais contra opositores do regime (Evans, 2005).

Freisler, um fervoroso nazista, presidiu mais de 5.000 sentenças de morte, muitas delas contra dissidentes políticos, judeus e quaisquer indivíduos que divulgassem informações contrárias à propaganda oficial (Hett, 2014). O sistema judicial, portanto, não funcionava como um poder independente, mas como um braço do aparato repressivo nazista, garantindo que qualquer voz crítica fosse silenciada. Já em 1933 suspenderam liberdades civis, permitindo censuras prévias e prisão sem julgamento. Em 1935 criminalizou a "traição por palavras" (Wehrkraftzersetzung), punindo críticas ao governo com prisão ou morte.

Enquanto o judiciário eliminava a oposição, Joseph Goebbels, ministro da Propaganda, assegurava que apenas a narrativa nazista chegasse ao público. Em 10 de maio de 1933 estudantes e SA queimaram 25.000 livros em praças públicas e autores como Thomas Mann, Bertolt Brecht, Erich Maria Remarque foram baninos. Em 4 de outubro de 1933, o regime aprovou a Lei dos Editores (Schriftleitergesetz), que proibia qualquer publicação que "enfraquecesse a força do Reich" ou "ferisse a honra alemã". Todos os jornais - 4.700, revistas e emissoras de rádio foram colocados sob o controle direto do Ministério da Propaganda. Em 1944 só restavam 1.000 jornais, todos alinhados ao regime (Welch, 1983).

Até mesmo o cinema foi instrumentalizado. Goebbels supervisionava pessoalmente a produção de filmes, garantindo que apenas obras que glorificassem o nazismo ou difamassem os inimigos do regime fossem lançadas (Kershaw, 2001). Documentários como "O Eterno Judeu" (1940) serviam para desumanizar os judeus, enquanto noticiários manipulados, como os "Wochenschau", mostravam uma versão distorcida da guerra. 20.000 obras foram confiscadas de museus e queimadas (Evans, 2005). 1.300 jornalistas (entre 1933-1939) foram presos ou eliminados por Fake News - "notícias falsas" (Kershaw, 2001). E eles consideravam "notícias falsas" qualquer publicação contra o regime e que expusesse a verdade a o povo  (Gellately, 2001).

Qualquer pessoa que tentasse divulgar informações fora do controle do Estado enfrentava prisão, tortura ou morte. A Gestapo (polícia secreta) e a SS monitoravam ativamente a população, incentivando denúncias contra "inimigos do Reich". Entre 1933 e 1945, milhares de jornalistas, escritores e cidadãos comuns foram enviados para campos de concentração por distribuir panfletos anti-nazistas ou simplesmente por ouvir rádios estrangeiras. 15.000 execuções por "crimes políticos" foram registradas (Gellately, 2001).

Um caso emblemático foi o da Rosa Branca, um grupo de estudantes que distribuía panfletos denunciando os crimes nazistas. Seus membros, incluindo Sophie e Hans Scholl, foram presos e executados em 1943 (Dumbach & Newborn, 2006).

A censura na Alemanha nazista não foi apenas uma medida de controle, mas um mecanismo essencial para sustentar o regime. Ao suprimir a verdade, manipular a mídia e eliminar dissidentes, Hitler e seus colaboradores criaram uma sociedade onde apenas a voz do Estado era ouvida. O resultado foi uma nação inteira cúmplice, por ação ou omissão, em um dos regimes mais brutais da história.

O regime nazista não apenas suprimiu a verdade, mas reescreveu a realidade criando uma população doutrinada e incapaz de acessar fatos, facilitando crimes em massa como o Holocausto, através de:

  • Controle jurídico (Freisler/Thierack).
  • Monopólio da informação (Goebbels).
  • Eliminação física de dissidentes (Gestapo/SS).

A sociedade alemã foi tão responsável pelo ocorrido quanto o proprio ditador, pois 1 em cada 3 alemães denunciou alguém à Gestapo por 'falar contra o regime'. A censura foi meticulosamente planejada e executada para garantir a dominação total do regime nazista sobre a sociedade alemã e em 1944 95% dos alemães só tinha acesso a notícias aprovadas por Goebbels. 

E por falta de conhecimento a história tende a se repetir, pois assim como fake news hoje, os nazistas usavam mentiras repetidas até virar 'verdade'.

by Wagner Miranda


Referências Bibliográficas

  • Evans, R. J. (2005). The Third Reich in Power. Penguin Books.
  • Gellately, R. (2001). Backing Hitler: Consent and Coercion in Nazi Germany. Oxford University Press.
  • Hett, B. C. (2014). Burning the Reichstag: An Investigation into the Third Reich's Enduring Mystery. Oxford University Press.
  • Kershaw, I. (2001). Hitler: 1936–1945 Nemesis. W.W. Norton & Company.
  • Welch, D. (1983). Nazi Propaganda: The Power and the Limitations. Croom Helm.
  • Dumbach, A. & Newborn, J. (2006). Sophie Scholl and the White Rose. Oneworld Publications.
  • Correção: DeepSeek e Grok
  • Auxílio: Manus.im
  • Foto: GPT Image Generator

domingo, 13 de junho de 2021

A POLÍTICA DO REI LEÃO

O ciclo da vida:
"Uma geração forte produz uma geração fraca... Uma geração de fracos, produz uma geração de fortes."

Creio que todo mundo ou já assistiu ou conhece a história.

O reino estava funcionando perfeitamente - tudo em equilíbrio, mas como em qualquer sociedade, existiam ali os malfeitores que viviam de mentiras e falsidades, remoendo inveja e ódio por ver uma sociedade feliz. O ódio destilado por estes seres vez por outra, infectavam algum dos outros seres do reino e os leões sempre precisavam interferir para desfazer o efeito do veneno da mentira lançada, mas sempre mantinham a ordem.

Mas as hienas fracassadas precisavam de um outro desaproveitado que estivesse próximo aos verdadeiros líderes de sucesso. E encontram Massar, um leão corroído pela inveja, pois sua capacidade individual não passava de um fracasso, então ele precisava do apoio da massa de fracassados como ele para tomar o poder, mas não o queria pela força, pois esta ele não tinha, mas poderia destilar mais veneno e fazer um trabalho jornalístico perfeito, disseminando seu veneno sem que os seres do reino percebessem.

Como resultado, muitos foram contaminados por estes desúteis, e mesmo sendo seres bem sucedidos se uniram indiretamente às hienas para dar apoio se estes falsos trabalhadores preguiçosos que viviam sugando o reino, conseguissem um feito para chegar ao trono.

Assim, Massar, o leão baldio que não trabalhava nem produzia nada para o reino e vivia sugando da realeza, bolou um plano para matar o líder e destronar o príncipe, disseminando mentiras para poder sentar-se ao trono com a ajuda das hienas sem ideais e o apoio da massa iludida.

Assim ele o fez.

Criou uma situação onde o rei foi morto por ele mesmo, o príncipe levou a culpa e ele, o ser que vivia nas sombras sugando do reino ascendeu ao trono e tornou-se rei prometendo corrigir os problemas do reino e dar condições para todos os fracassados, desaproveitados, inúteis e mal sucedidos a terem maiores chances na sociedade trabalhadora.

No início tudo foram maravilhas. Retirou regras básicas de controle econômico social e permitiu que os seres carnívoros abatessem mais do que o necessário para o consumo. Nivelou todos os seres dando espaço a invasão de territórios dizendo que todos deveriam ter os mesmos direitos e que uns não poderiam ter mais que outros. Passou a sustentar com recursos do reino toda a corja do fracasso e os apoiadores formadores de opinião que se multiplicavam como ratos.

Tudo seguiu muito bem por anos, mas um dia a incompetência do inútil que vivia como rei ficou claro, e os enriquecidos com sua esbanjação não mais o poderiam ajudar com mentiras midiáticas, porque agora tudo ficava claro. Os bajuladores se esforçavam, gritavam, esperneavam... Mas a grande massa dos seres viam as terras secarem, os herbívoros reduzirem e os carnívoros desesperados por falta de recursos básicos vendo seus territórios ocupados por seres do submundo. 

Agora ficava claro o erro que cometeram pelo preço que agora pagavam por entregarem o reino nas mãos de seres oportunistas que nasceram para sugar de quem realmente trabalha. Seres desúteis que não nunca proporcionaram nada de útil para a sociedade.

Então ressurge o príncipe trabalhador que aprendera com seu pai que a vida não é feita de preguiçosos sanguessugas, mas que todo o equilíbrio depende de seres fortes e dispostos a fazer a sua parte para que toda a sociedade colha os bons frutos e que a escória deve ser mantida como sempre o foi: nos esgotos da sociedade.

Vez por outra, alguns virão e farão tanta 'pantumia' que serão ensurdecedores, mas se a sociedade estiver bem educada e alimentada pela verdade, essas hienas só farão seus rugidos ensurdecedores até cansar e voltarem pros seus buracos do fracasso.

Mas antes que tudo volte ao normal, com o príncipe leão já ao trono, é preciso reorganizar tudo que os seres escroques destruíram, e isso leva tempo e muitos anos se passam. E enquanto tudo é reorganizado essas hienas inúteis continuaram desesperadamente tentando mostrar que a merda em que vivem é melhor do que a promessa do príncipe leão.

Mas o seres do reino agora, bem educados e não dando mais ouvidos a essa mídia demoníaca, seguiram em frente colocando as hienas em seus devido lugares, restabelecendo a ordem no reino onde reencontraram a paz de seus antepassados, e o filme termina com o nascimento de uma nova era através do novo príncipe que tem o dever de continuar alerta, porque as hienas ratazanas nunca desistem, já que suas vidas medíocres se limitam a destilar o ódio e disseminar mentiras.

Qualquer semelhança não é mera coincidência. Estamos no início das dores, mas vamos colocar essas hienas ratazanas jumentadas em seu devido lugar: Nos esgotos de onde nunca deveriam ter saído.

"A paz só se conquista com guerra."

- Wagner Miranda

segunda-feira, 15 de março de 2021

Lucro do Banco Itaú na era PT


  Qual o lucro dos Bancos na era PT!? 

🤦‍♂️💰💰Análise dos lucros do Banco ITAÚ ao longo de 18 anos em BILHÕES:💰💰🤦‍♂️


2002 -  2,37 - FHC 🕳️

2003 -  3,15 - Lula 🦠💸

2004 -  3,77 - Lula 🦠💸

2005 -  5,25 - Lula 🦠💸

2006 -  6,48 - Lula 🦠💸

2007 -  8,47 - Lula 🦠💸

2008 - 10,10 - Lula 🦠💸

2009 - 10,60 - Lula 🦠💸

2010 - 13,32 - Lula 🦠💸

2011 - 14,62 - Dilma 🧫💸

2012 - 13,59 - Dilma 🧫💸

2013 - 15,63 - Dilma 🧫💸

2014 - 20,24 - Dilma 🧫💸

2015 - 23,35 - Dilma 🧫💸

2016 - 22,60 - Dilma 🧫💸

2017 - 24,87 - Temer 💤

2018 - 24,97 - Temer 💤

2019 - 28,40 - Bolsonaro 👪

2020 - 18,91 - Bolsonaro 👪


🤦‍♂️🦐 A esquerda falaciosa enrola o rabo e senta em cima. 🦐🤦‍♂️

🤮💩 Ô povinho escroto‼️ 💩🤮


Fonte 1 | Fonte 2 | Fonte 3 | Fonte 4 | Fonte 5 | Fonte 6  | Fonte 7

domingo, 19 de julho de 2020

Vinte anos depois, ex-repúblicas soviéticas se blindam contra o comunismo


No dia 1º de agosto de 1991, o famoso monumento a Karl Marx, que se eleva sobre o centro da cidade de Moscou, apareceu com os seguintes dizeres pintados em tinta vermelha: “Proletários do mundo, perdoem-me!”
Era uma irônica alusão ao chamado aos trabalhadores contido no Manifesto do Partido Comunista, publicado em 1848 na Alemanha por Marx e Friedrich Engels.

A ideia de comunismo concebida originalmente pelos intelectuais europeus encontrou abrigo espiritual na Rússia – que se tornou “a pátria do proletariado mundial”.

Os comunistas que viviam na “casa da revolução mundial” se orgulhavam de seu papel na história e no cenário geopolítico.

Vinte anos após o colapso do maior país comunista do mundo, o Partido Comunista permanece um dos mais influentes do país.

Em números de parlamentares, só fica atrás do partido Rússia Unida, dos últimos ocupantes do Kremlin, Dmitri Medvedev e Vladimir Putin.

Mas a maioria dos analistas está de acordo com a opinião de que o partido não tem futuro político na Rússia.

Os filiados do PC de hoje pertencem a um setor determinado, mas em envelhecimento, da população. Se tudo continuar como está, os simpatizantes da sigla tendem a desaparecer.

A maioria dos simpatizantes da oposição na Rússia é nacionalista ou a favor de ideias ocidentais.

Existe, sim, muita nostalgia na Rússia pela antiga União Soviética, mas não da igualdade indiscriminada, das filas e da doutrinação política: os cidadãos sentem falta do tempo em que a União Soviética era uma nação poderosa, respeitada e temida em todo o globo.

Muitos especialistas crêem que os comunistas poderiam ter retomado o poder nos anos 1990, quando a Rússia se encontrava em meio à turbulência política, se tivessem um líder carismático líder.

Entretanto, a firme liderança de Genady Ziuganov assegurou o estabelecimento do capitalismo e de um sistema de democratização na Rússia.

Os eventos históricos que se desenrolaram na “casa da revolução” determinaram o destino do comunismo no resto do mundo.

Europa e Ásia Central

Nos países que conformavam as ex-repúblicas sob a batuta de Moscou, o que há de comum é a tentativa de evitar a influência da ideologia comunista.

A única ex-república soviética a manter o comunista é a Moldávia. Seu ex-presidente entre 2001 e 2009, Vladimir Voronin, foi o primeiro chefe de Estado comunista democraticamente eleito após a dissolução do bloco soviético.

Mas mesmo seus seguidores não são comunistas linha-dura no sentido tradicional: não desejam o retorno à vida soviética. Parte dos ativos do país foi privatizada e a melhor definição da estrutura sócio-econômica do país é capitalismo com um toque pós-soviético.

O país que mais preservou os valores e o estilo de vida soviéticos é Belarus, a “linha de montagem” do antigo bloco comunista.

A liberalização econômica e a ruptura dos antigos laços econômicos atingiram duramente o país, que não possuía recursos naturais.

Mesmo assim, o comunismo tem desvanecido e o presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko – que chegou ao poder impulsionado por esse sentimento antiocidental – nunca invocou as ideias de Marx e Lênin.

A ideologia predominante é a do paternalismo estatal com liderança carismática e ditatorial.

Nos países da Ásia Central, que combinam capitalismo, autoritarismo secular e o uso oportunista de certos elementos islâmicos, os governos mantêm laços mais próximos com Moscou que com os países ocidentais – mas isso é porque a Rússia não os incomoda com questionamentos a respeito de direitos humanos.

Na Ucrânia, nos países do Cáucaso e nos Bálticos, o comunismo já não é digno de menção. As disputas políticas continuam nesses países, mas por forças inteiramente distintas.

No Leste Europeu, onde comunismo foi implantado força, a ocupação e a humilhação nacional, a maioria das populações nunca apoiou a ideologia.

A União Soviética provia os recursos para os seus “satélites” e permitia, neles, um grau de liberdade mais que em seu próprio solo. Mesmo assim, as tentativas de se livrar do jugo de Moscou só foram suprimidas com a intervenção do Exército Vermelho na ex-Alemanha Oriental, a Hungria e a ex-Tchecoslováquia.

Há partidos pós-comunismo em todos os países do antigo Pacto de Varsóvia, que advogam uma plataforma de esquerda moderada e europeia. Esses partidos têm tido espaço na Polônia, Hungria, Romênia, Eslováquia e Bulgária, mas não há possibilidade de voltar ao sistema político socialista de outrora.

China e Ásia

Se a revolução russa já não tinha grande relação com os ideais da ideologia marxista, a chinesa certamente não tinha. A China nunca teve um proletariado capaz de receber desempenhar a função histórica que lhe cabia segundo Marx.

Mao Tse Tung chegou ao poder em 1949 vindo da classe camponesa. Considerava-se líder de um “vilarejo global” em uma luta contra a “cidade global” e nunca escondeu sua rejeição à civilização urbana.

O seguidor de Mao no Camboja, Pol Pot, levou os ensinamentos de seu mestre à ação lógica, dizimando a população urbana do país.

Mao Tse Tung rejeitava a luta do proletário urbano e adaptou ideias socialistas à realidade do campo
Mao combinava a ideologia marxista com um nacionalismo chinês e um despotismo asiático, exemplificados pela coletivização e a obediência. O indivíduo era um coágulo no sistema e todo interesse material era substituído por um profundo sentimento de conformidade.

No Vietnã, o vizinho mais próximo da China, o caminho do comunismo foi semelhante.

A Mongólia foi o único país a estabelecer o socialismo ao estilo soviético antes da 2ª Guerra Mundial. Depois da queda da União Soviética, o país rejeitou o modelo e embarcou em um caminho de reformas de mercado e democracia multipartidária.

Hoje, a Coreia do Norte é o único bastião do comunismo stalinista. O país vive imerso em um sistema onde o mercado é inexistente e a ideia de coletividade é tão forte que os indivíduos são proibidos de cobrir as janelas com cortinas.

A doutrina oficial norte-coreana não se baseia nos princípios marxistas-leninistas, mas no espírito de autoconfiança. Na prática, isso se traduziu no desejo de Kim Il Sung e seu sucessor, Kim Jong Il, de se manter seu domínio sem se submeter a ninguém.

África e América Latina

Na África, a realidade social não poderia ser mais diferente dos cenários elaborados por Marx e Engles, que se debruçaram sobre os problemas das sociedades industriais.

Em parte, a aproximação dos países africanos com a URSS foi motivada pela rejeição ao imperialismo histórico das potências europeias.

Aos líderes anticolonialistas africanos também apetecia a ideia de modernizar seus países através de ditaduras. Eles sabiam pouco sobre as ideias de Marx e Lênin, mas entenderam que bastava dizer a palavra mágica – “socialismo” – para estar na lista dos receptores de armas e recursos da União Soviética.

Isto gerou todo tipo de confusão. Quando a Etiópia e a Somália entraram em guerra, por exemplo, ambos os países se consideravam socialistas. Levou tempo até Moscou decidir quem apoiar: a Etiópia.

Na América Latina, de forma semelhante ao que ocorreu na África, o apoio da URSS foi usado na Guerra Fria contra outra potência vista como imperialista – os Estados Unidos.

Mas muitas revoluções latino-americanas não foram diretamente inspiradas pelo marxismo. A Cubana começou como uma insurreição contra a autoridade vigente.

Fidel Castro era popular em Moscou tanto quanto Yuri Gagarin, o primeiro homem no espaço. O líder cubano da “ilha da liberdade” mostrava que o comunismo poderia ser jovem, cheio de vida e democrático.

Ao longo dos anos, Cuba perdeu a vitalidade e passou a ser um país governado por uma geração de octogenários. É possível que se torne o país a martelar o último prego no caixão do comunismo global.

   Artem Krechetnikov
BBC Rússia

China Comunista Pretendia Dominar o Brasil

Capa no Jornal Zero Hora em algum dia de abril de 1964. Na capa, Costa e Silva, 27° presidente da República, mas então Ministro da Guerra. "CHINA COMUNISTA PRETENDIA DOMINAR O BRASIL" Sei lá. Me pareceu tão atual.

Todo lugar onde os comunistas colocaram as patas, destruíram os países.

Hitler ficou parecendo criancinha diante dos líderes comunistas:

- Holomodor na Ucrania levou mais de 50 milhões de camaradas à morte por fome via Stalin que proibiu o povo dele de comer.
- Mao Tsé-Tung eliminou mais de 100 milhões de chineses de fome, levando-os a plantar e criara animais, mas eram proibidos de comer. Quem comesse morreria na bala por roubar o estado.
- A Polônia só se livrou desses demônios na década de 80.
- A Alemanha teve milhões de vitimas pelo comunismo mesmo pós Nazismo.
- O Vietnã nunca conseguiu se reerguer após serem assolados pelo comunismo.
- Cuba continua matando seus camaradas
- A Coréia do Norte já criou uma geração de zumbis achando que o mundo inteiro os quer matar e seu anão comunista é o salvador da nação sem cérebro.
- A Lituãnia, Georgia, Moldávia e outros tantos ex-membros do bloco soviético se blindam contra esse lixo que devastou suas nações.

E em pleno século XXI, esse lixo pútrido quer dominar a nação com mais terras produtivas do planeta, e a única forma de conseguirem isso é mostrando uma uma falsa China capitalista, um verdadeiro cavalo de Tróia que atacou o mundo em uma guerra biológica.

Se não nos unirmos contra os Demônios, os que ainda não foram contaminados pelo Comuna-Vírus (um vírus sem cura que come o cérebro) nossos filhos e netos se tornarão escravos para produção de comida para os Chineses, e se eles foram capazes de matar de fome seus próprios camarada através de tiro amigo, imaginem o que farão com nossa futura geração!?

- by Wagner Miranda

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Agenda Comunista para as Americas


O plano comunista vem de longas datas e envolve todas as nações das Américas. 

Só pra recordar:

1 - Gramsci foi um dos maiores filósofos marxistas.

2 - Saul Alinsky (considerado o pai dos movimentos comunitários) foi discípulo de Gramsci.
      (Saul usou táticas claras jogando pobres contra ricos, negros contra brancos, jovens contra velhos... mesma tática usada por Hitler para desunificar a Alemanha - usaram o preconceito como arma para paralisar o país e poder dominar). Eles criam o caos e se apresentaram como solução para o caos.

3 - Leon Despres (amigo intimo de Saul Alinsky) foi o mentor de Barack Obama, presidente da maior nação.

Uma das obras utilizada como cabeceira para estudantes universitários, onde Obama estudou (autores que o influenciaram), tem uma dedicatória aberta a Lúcifer (Satanás), escrito pelo próprio autor, Saul Alinsky, amigo intimo de Leon Despres que foi o mentor de Obama.

“Devemos olhar para o passado e dar algum crédito ao primeiro verdadeiro radical. De todas as nossas lendas, mitologias e histórias (e quem sabe onde a mitologia termina e a história começa — ou mesmo, qual é o que?), o Primeiríssimo Radical conhecido pelo homem que se rebelou contra o sistema o fez de forma tão eficaz que pelo menos conseguiu seu próprio reino — Lúcifer”.

(trecho da dedicatória da primeira edição do livro doutrinatório "Regras para Radicais", escrito por Saul Alinsky)
...

Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Efésios 6:12

Só uma frase do criador do comunismo:

"Meu objetivo na vida é destronar Deus e destruir o Capitalismo” (Karl Marx )_ - Depois dessa, há de se entender muita coisa errada por aí.

- por Wagner Miranda

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

"O Comunista Nu" por W. Cleon Skousen


No livro “O Comunista Nu” de Cleon Skousen (ex-agente do FBI) são apresentadas 45 metas comunistas, a partir de 1958.

Meta nº 28: Eliminar a oração nas escolas alegando que ela viola o princípio da “separação de igreja e estado.”

Meta nº 40: Desacreditar a família como uma instituição. Encorajar a promiscuidade e o divórcio fácil.

Meta nº 17: Tomar o controle das escolas. Usá-las como meios de transmissão para o socialismo... Suavizar o currículo. Tomar o controle das associações de professores.

Meta nº 24: Eliminar todas as leis que regem a obscenidade, chamando-ade “censura” e uma violação da liberdade de expressão e de imprensa.

Meta nº 25: Quebras padrões culturais de moralidade, promovendo a pornografia em livros, revistas, filmes e televisão.

Meta nº 26: Apresentar a degeneração e promiscuidade homossexual como “normal, natural, saudável.

Meta nº 20 e 21: Infiltrar na imprensa. Tomar o controle de postos-chave no rádio, TV e cinema.

Meta nº 27: Infiltrar as igrejas e substituir a religião revelada pela religião “social”. Descreditar a Bíblia.

"The Naked Communist of Cleon Skousen"


Palhaço X Diabo


🤡O palhaço queria fornecer carteiras aos estudantes de graça...
👿O diabo não gostou...

🤡O palhaço diminuiu o valor do DPVAT....
👿O diabo não tolerou....

🤡O palhaço indicou ministros por critérios técnicos...
👿O diabo esperneou....

🤡O palhaço tirou impostos de medicamentos contra câncer, HIV....
👿O diabo detestou....

🤡O palhaço autorizou 13° para carentes do bolsa família....
👿O diabo quase endoidou....

🤡O palhaço descobriu defuntos e ricos recebendo bolsa família.....
👿O diabo protestou...

🤡O palhaço diminuiu taxa de juros SELIC...
👿O diabo colerizou....

🤡O palhaço polemiza nas palavras....
👿O diabo metia as patas nos cofres....

🤡O palhaço disse "FURO"....
👿O diabo esbravejou "GRELO DURO"....

🤡O palhaço deu nova vida a PETROBRAS...
👿O diabo quase a leva a falência....

🤡O palhaço inaugurou a BR 163 depois de 40 anos parada....
👿O diabo se enfezou.....

🤡O palhaço vai concretizar a transposição do Rio São Francisco.…
👿O diabo tá puto da vida....

🤡O palhaço tem base, quartel, esquadra de apoio...
👿O diabo só militância.

🙊🙉🙈

Fonte internet

Comunismo, Nazismo e Fascismo... Tudo junto e misturado


Na cabeça de comunista brasileiro, todo mundo é igual a eles: Se quiser mudança, quer ditadura!!! Acham que só porque mataram mais de 100 milhões de pessoas, todos vão seguir suas demonizes!? Nã, Nã, Nim na Não!!! kkkkkk

Pergunte a Alemanha capitalista se adorou a "democracia comunista" após o Nazismo!? Ou quem sabe aos poloneses, se amaram ser regidos pela tão sonhada "democracia comunista", "salvadora" de nações, ou aos ucranianos recentemente resolvidos!?

Quem sabe aos vietcongues ou aos norte coreanos? Os lituanos, os georgianos quem sabe, ou aos moldavos!? Há, não dá, em muitos deles o comunismo já é crime, considerado pior que o famigerado nazismo!!!
Mas porque será que os cubanos vivem fugindo de seu "paraíso caribenho"!? Ou os coreanos vivem se matando para atravessar o muro!? Interessante que não ouço falar de sul coreanos tentando a qualquer custo ir pro norte!!!

Esse papo de espelho não cola mais. Nazistas, Fascistas e Comunistas sempre navegaram no mesmo barco, é tudo um bando de lixo vindo dos infernos. Hitler, grande amigo de Mussoline era admirador de Karl Marx, e fez várias citações do grande guru comunista, mesmo não querendo ser comparado, já que se julgava superior a todos eles.

"Nós somos socialistas e inimigos do sistema econômico capitalista atual, feito para a exploração dos economicamente frágeis – com seus salários injustos, com a sua indecorosa avaliação do ser humano de acordo com a riqueza e a propriedade, em vez da responsabilidade e desempenho. Estamos determinados a destruir este sistema a todo custo." - Hitler, Adolf (1 de Maio de 1927). Discurso do Dia do Trabalhador.



Por Wagner Miranda


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Como era Cuba antes do Comunismo?


Mas Cuba não é UM exemplo para o mundo!? O mais eficiente na cura de qualquer doença!? Não supera países como Israel!?

Perguntem ao poloneses o que acham do comunismo. Ou aos vietcongues que estão sob o regime, ou aos alemães que apanharam dobrado tendo o comunismo como salvação dos nazistas! Contem a verdadeira história de Mao Tsé-Tung, o santo comunista que salvou a China da corrupção para chacina de mais de 100 milhões de cidadãos!

Perguntem aos coreanos que vivem no norte como estão com tanta 'tecnologia' e liberdade popular!!! Será que os coreanos do sul estão tentando atravessar o muro para viver na santa paz socialista com Kim Jong-un!? Pois é. O muro é pra manter comunistas dentro ou fora do regime!?

Enfim alguns países como Polônia, Lituânia, Geórgia e Moldávia já resolveram o problema de vez, tornando crime a divulgação ou propagação de qualquer símbolo comunista. Quem ousar declarar essa aberração, leva chave de cadeia. Esses países conheceram de perto a maravilha que é sucumbir aos caprichos do gigolô Karl Marx cheio de papel de parede. (fonte)

- por Wagner Miranda

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

A Evolução da Maldade - Mao Tsé-Tung - O comunismo no mundo


A ascensão comunista na China foi algo catastrófico. Hitler parece amador diante de Mao Tsé-Tung. Só nos primeiros anos, somou-se mas de 14 milhões de chineses mortos de fome, porque Mao Tsé-Tung retirou todo o direito de propriedade e estatizou tudo. Para justificar o fracasso do estado, ele culpou os passarinhos que foram eliminados no país e exibidos como troféus pelas comunidades. O comunista beirava a insanidade, mas tinha uma legião de seguidores e muitos que o desafiavam.

Porém, tudo isso era só o começo. Ele deu início a uma revolução cultural e começou a formar uma nova geração de alienados que passou a ser educada conforme seus princípios, o que resultou em fiéis escudeiros capazes de fazer o que o estado quisesse sob o comando dele. Deu início ao exército vermelho que iniciou suas atividades perseguindo e eliminando professores que ousassem pensar ou ensinar a pensar. No total, dois milhões de pessoas mais instruídas da China são mortas, milhões foram enviados para campos de trabalho. Mao criou uma sociedade baseada no terror onde pelo menos 40 milhões de mortes foram contadas e comprovadas. Fala-se em mais de 100 milhões de vitimas do terror que Mao Tsé-Tung infligiu ao implantar o comunismo na China.

Mao Tsé-Tung criou em nome de sua ideologia, um exército de seguidores que não contestavam e não pensavam a não ser que o estado permitisse. Eram seguidores ideais formados em escolas e universidades chinesas sob uma ideologia "perfeita".

A história é trágica e assustadora mas os comunistas que o sucederam preferiram não contar esta parte da história para não correr o risco de perderem o poder. Mas nada fica oculto para sempre e o History Channel fez um documentário - A Evolução da Maldade - T1Ep9, bem esclarecedor sobre o tema. 

Para degustar

Estamos em uma democracia real no Brasil, onde o comunismo e outros ismos históricos, são colocados à vista por jornalismos sérios e comprometidos com a verdade.

Por Wagner Miranda

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

PCdoB inimigo dos estudantes brasileiros?


“Depois do PT no governo, os estudantes só podem tirar carteira de estudante nessas entidades. Quanto cada uma? 35 reais. Multiplique por milhões de estudantes em todo o Brasil. É fonte de receita para o PCdoB. Uma patifaria”, disse Rocha a O Antagonista.

Na justificativa do projeto para acaber com o monopólio das carteirinhas, o senador Rocha argumenta que a lei em vigor, “ao limitar a expedição da identidade estudantil às associações e agremiações, infringiu o direito à liberdade de associação, uma vez que condicionou a expedição do documento à filiação associativa”. (Leia clicando AQUI a íntegra da proposta).

A carteirinha estudantil é um item obrigatória para ter direito a meia-entrada em cinemas, teatros, museus, ônibus, etc. Cada estudante é obrigado a pagar o valor de R$ 35,00 para adquirir a carteirinha. 

Com a Medida Provisória 895/19, publicada no dia 09/09/2019 no Diário Oficial da União, criou a carteira estudantil gratuita em formato digital. O documento, chamado de ID Estudantil, está sendo emitido por aplicativo de celular das lojas virtuais Google Play e Apple Store.

O estudante que quiser poderá obter a versão física, também gratuita, em agências da Caixa Econômica Federal, acabando com o monopólio do roubo aos estuantes brasileiros. Mas para isto tornar-se definitivo é preciso ser analisado pela comissão mista. O texto aprovado na comissão será votado posteriormente nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. (Saiba mais sobre a tramitação de MPs).

Porém, o PCdoB nada feliz com o beneficio aos pobres, apresentou 55 das 163 emendas à medida provisória que acaba com a exclusividade da UNE e da Ubes na emissão de carteirinhas estudantis, diz a Crusoé.

Na prática, o novo modelo gratuito encolhe ainda mais o PCdoB, já que acaba com as principais fontes de financiamento das duas entidades, que são controladas há mais de duas décadas pelo partido.

A campanha conta com apoio dos artistas que são contra meia entrada.

Fonte 1 | Fonte 2 | Fonte 3 | Imagens Internet

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Qual foi o real motivo dos ataques de Macron ao Brasil?


A Europa vive, hoje, um socialismo "velado": A "social democracia". Altas cargas tributárias, muitos serviços "gratuitos" e uma montanha de subsídios, que não estatizam as propriedades, mas mantém os cidadãos absolutamente dependentes do Estado. Um destes subsídios é para a produção rural, nos países integrantes do PAC (Política Agrícola Comum), do qual a França é o maior beneficiário.

São 10 BILHÕES DE EUROS, por ano, destinados a complementar a renda dos produtores rurais. Chegando, em alguns casos, a 40% do faturamento. Não são raras as propriedades onde o subsídio supera o lucro, após descontados os pesadíssimos impostos.

Desde 2016, com a vitória do Brexit, a União Européia prepara-se para perder vários bilhões de Euros, em receita, devido a saída do Reino Unido. Uma das medidas, apresentada em maio de 2018, antes das eleições brasileiras, era a de CORTAR OS SUBSÍDIOS AGRÍCOLAS. Proposta que, de imediato, a França tratou como "inaceitável".

Com a vitória de Bolsonaro e os novos tratados comerciais sendo rascunhados, entre Mercosul e União Européia, Macron se viu em um "mato sem cachorro". O Brasil é o maior gigante do agronegócio e, com uma política de acordos comerciais, considerando a taxa cambial, engolirá a produção francesa. É como colocar um supermercado de bairro para concorrer com o Walmart.

Para "pregar a tampa do caixão", Boris Johnson venceu as eleições no Reino Unido, com a promessa de que, até 31 de Outubro 2019, sairia definitivamente da União Européia, ainda que de forma "selvagem", e abriria as fronteiras para além do comércio europeu. Ou seja, a França estava vendo a chegada de um concorrente peso-pesado, ao mesmo tempo que teve a certeza de uma perda de receita bilionária, que fará os recursos de subsídio minguarem, exatamente quando a demanda tende a aumentar.

Surgiu, então, um incêndio na Amazônia. Coisa absolutamente comum nesta época do ano e muito menor do que os já acontecidos em outras ocasiões. Mas desta vez, porém, o governo brasileiro é de direita e a esquerda como sempre, inconformada com a perda do "trono", começou a fazer o que sabe de melhor: BARULHO. Foi a OPORTUNIDADE PERFEITA para o bem maquiado presidente francês começar a demonizar a política ambiental brasileira e, assim, pedir sanções que salvariam a sua pele.

No ímpeto de convencer os colegas da UE, recém "chutados" da NOSSA floresta, resolveu aumentar o tom e deu a entender "disposições bélicas" para "garantir a preservação" daquele "patrimônio da humanidade". Só esqueceu que a Alemanha já teve uma certa experiência do que acontece quando se enfia em território desconhecido e lembrando do inverno siberiano, recuou no verão amazonense. 

Macron está tão preocupado com o meio ambiente quanto eu estou com a final do campeonato coreano de futebol de botão. O problema do presidente pó de arroz é o DINHEIRO que vai perder, competindo de igual para igual com o Brasil. Dinheiro, aliás, que ele NÃO TEM. São as "belezas" do "Estado de Bem-Estar Social".

Agora com a vitória do Brexit, o Frexit ganha uma força maior e Macron terá que ser estrebuchar para manter a ordem num país sem recursos naturais para se manter de pé.



- Por Felipe Fiamenghi  (adaptação Wagner Miranda)
Imagens Internet

Líder na Câmara americana rasga discurso do presidente Donald Trump



A guerra política no planeta vem se intensificando e mostrando que a democracia está sempre por um fio mundo a fora. A esquerda nunca esteve tão desesperada por perder alguma posição política em seus países, mostrando que de democracia eles entendem muito, mas praticam pouco. O efeito manada sempre os leva a uma colisão com o anseio dos representantes da liberdade que começaram a deixar claro que não concordam com tais ideias vazias e antiquadas como o brexit do reino unido.

Um dos acontecimentos mais emblemáticos registrados atualmente foi a ação de Nancy Peloci, presidente da Câmara americana que revoltada com a presença do presidente Donald Trump, vitorioso de um impeachment aprovado pela Câmara, não a cumprimentou e a deixou no vácuo. Ao fim do pronunciamento proferido pelo presidente americano Donald Trump na noite de terça-feira (04/02), Pelosi não escondeu seu incômodo e surpreendeu os espectadores com uma postura antidemocrática ao rasgar o texto do discurso. 

Esse fato pode complicar ainda mais a situação dos democratas que diante de tantos atos desesperados para voltarem ao poder, estão enfiando os pés pelas mãos.
- Wagner Miranda

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Karl Marx, um Vagabundo Desocupado


Karl Marx foi sustentado pela esposa por 16 anos enquanto escrevia “O Capital” até que ela ficasse pobre. Só teve um único emprego fixo em 64 anos de vida, e foi como correspondente do jornal “New York Herald” por breve período e que não resultava em quantias suficientes para manter a família.

Embora estudioso de economia, era cronicamente irresponsável nas finanças pessoais e sempre passou necessidades. Em 1852, quando morava em Londres sem ter mais para onde correr, Marx tentou penhorar alguns talheres de prata com o brasão da família da esposa quando o dono da loja, desconfiado daquela criatura de cabelos desgrenhados e mal vestida, chamou a polícia.

Viu 4 de seus 7 filhos morrerem ainda bebês pela vida insalubre e miserável que sua vagabundice impôs à família, viu duas de suas três filhas sobreviventes se suicidarem, traiu a mulher que o sustentou por anos a fio com a melhor amiga dela, e ainda deu o bebê nascido desta relação para o amigo rico Engels criar. Morreu pobre, intelectualmente debilitado e com um abscesso no pulmão. Somente 11 pessoas incluindo Engels foram ao seu enterro.

Esse é o ídolo da esquerda. O “pai do socialismo”. Sujeito ordinário, preguiçoso e imoral, que não conseguiu sequer colocar a própria vida em ordem. É este pilantra, em muitos aspectos similar ao Lulla, o criador do sistema que tem a pretensão de trazer a solução para o mundo?

Pois é. Cada um tem a referência que merece.

E o Paul Johnson cita no livro “The Intelectuals” que esse energúmeno, além de tudo, não tomava banho e não fazia a barba por muito tempo. Seus seguidores também deixam a barba crescer sem saber por que.

Mas, suas ideias errôneas, ainda estão por aí, a estrepar com o mundo, a azarar com a sociedade. Pior de tudo é que estamos sendo vítimas desses sórdidos caolhos, gigolôs da miséria, parasitas e aproveitadores, os Schmarotzers, na línguagem de seus conterrâneos alemães. Até quando, como diria Catilina, o senador romano? (autor desconhecido).

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Socialismo: Obcecado por Raças

por Marian L. Tupy*
Falando ao jornal Los Angeles Times em agosto passado, a co-fundadora do movimento Black Lives Matter [Vidas Negras são Importantes], Patrisse Cullors, afirmou que o BLM não se sentaria à mesa com o presidente Trump porque ele “é literalmente a epítome do mal, todos os males deste país – seja racismo, capitalismo, sexismo, homofobia”.

À parte as opiniões e ações de Trump, chamar o capitalismo de maligno e juntá-lo ao racismo é digno de nota. O mesmo vale para a tendência crescente entre ativistas da justiça social de abraçar a agenda econômica da esquerda.

Tanto que Ryan Cooper, colunista da revista The Week, que co-fundou o BLM do Reino Unido, exortou seus seguidores a “Combater o racismo com a solidariedade. Combater o capitalismo com o socialismo. Devemos nos organizar – nos dedicar ao poder político revolucionário”.

O Black Lives Matter Movement, uma organização britânica distinta, foi fundado por Gary McFarlane, representante do Partido dos Trabalhadores Socialistas, que escreve para a Socialist Review e para a Socialist Worker, e alega que “O capitalismo é racista dos pés à cabeça”. Seus co-fundadores, incluindo Kate Hurford, Harold Wilson e Naima Omar, também escreveram para essas duas publicações.

Há, em outras palavras, um crescente pressuposto entre ativistas da justiça racial de que mais socialismo resultaria em menos racismo e, até, que o socialismo é, em si mesmo, antirracista. Mas não há, na verdade, nenhuma conexão necessária entre o socialismo e o antirracismo, como um exame mais minucioso de textos socialistas antigos revela com folga.

Para começo de conversa, é importante notar que o significado da palavra “raça” mudou com o tempo. Hoje, a maioria das pessoas pensam em raças em termos de cor, como em “negro” e “branco”. Historicamente, no entanto, raça era também um sinônimo para nação ou, até, família. Em seu livro de 1933, Marlborough: Sua Vida e Seu Tempo, Winston Churchill observou: “Profundo no coração do estado e da raça prussiana estava o antagonismo pela França”. A artista inglesa Mary Granville, por sua vez, se referia à família de Churchill como a “raça Marlborough” em seu livro de 1861, Autobiografia e Correspondência.

Mas a raça, se entendida de forma estrita (negro e branco) ou ampla (cor da pele, nação e família), sempre foi parte do pensamento socialista. Em 1894, por exemplo, Friedrich Engels escreveu uma carta ao economista alemão Walther Borgius. Nela, Engels observou: “Consideramos condições econômicas como aquilo que determina em última análise o desenvolvimento histórico, mas a raça é em si um fator econômico”.

Em suas Notas a Anti-Düring, Engels elaborou sobre o assunto da raça, observando “que a herança de características adquiridas se estendia … do indivíduo à espécie”. Ele continuou, “Se, por exemplo, entre nós os axiomas matemáticos parecem autoevidentes para qualquer criança de oito anos, sem necessidade de provas, que são resultado unicamente da ‘herança acumulada’. Seria difícil ensiná-las a um bosquímano ou a um negro australiano”.

É notável que Engels escreveu essas palavras 16 anos antes que Francis Galton, escrevendo à Macmillan’s Magazine, instou a humanidade a tomar controle de sua própria evolução por meio de “bons cruzamentos” ou eugenia. Por falar nisso, Sidney e Beatrice Webb, que eram socialistas e eugenistas, lamentaram a queda da taxa de natalidade entre as assim chamadas raças superiores na New Statesmen, em 1913. Eles alertaram que “uma nova ordem social [seria] desenvolvida por uma ou outra das raças de cor, o negro, o cafre ou o chinês”.

Che Guevara, o revolucionário argentino e amigo do ditador cubano Fidel Castro, deu sua opinião sobre raças em seu livro de memórias Diários de Motocicleta, de 1952, escrevendo que “O negro é indolente e preguiçoso e gasta o seu dinheiro em frivolidades, enquanto o europeu é prudente, organizado e inteligente”.

Além de racistas, textos socialistas antigos chamavam explicitamente pelo genocídio de povos retrógrados. A mistura tóxica dessas duas ideias antiliberais resultaria em ao menos 80 milhões de mortes ao longo do século XX.

No jornal New York Tribune, em 1853, Karl Marx chegou perto de defender o genocídio, escrevendo que “As classes e as raças fracas demais para dominar as novas condições de vida devem ceder seu lugar”. Seu amigo e colaborador, Engels, foi mais explícito.

Em 1849, Engels publicou um artigo no jornal de Marx, Neue Rheinische Zeitung. Nele, Engels condenou as populações rurais do Império Austríaco por entusiasticamente falharem em participar da revolução de 1848. Esse foi um momento seminal, cuja importância não se pode exagerar.
“Do artigo de Engels em 1849 até a morte de Hitler”, escreveu George Watson em seu livro de 1998, A Literatura Perdida do Socialismo, “todos que defendiam o genocídio chamavam a si mesmos de socialistas”.
Então, o que Engels escreveu?
“Dentre todas as grandes e pequenas nações da Áustria, somente três típicas portadoras do progresso tiveram um papel ativo na história, e ainda retêm sua vitalidade – os alemães, os polacos e os magiares. Daí, eles são agora revolucionários. Todas as outras nacionalidades e povos grandes e pequenos estão destinados a perecer em breve na tempestade revolucionária mundial. Por essa razão são agora contrarrevolucionários.”
“Os alemães e magiares da Áustria serão libertados e vingar-se-ão sangrentamente dos bárbaros eslavos”, continuou ele. “A próxima guerra mundial resultará no desaparecimento da face da Terra não apenas das classes e dinastias reacionárias, mas também de povos reacionários inteiros. E isso, também, é um passo à frente.”
Aqui Engels previu claramente os genocídios do totalitarismo do século XX em geral e do regime soviético em particular. De fato, Josef Stálin amava o artigo de Engels e comentava sobre ele para seus seguidores em As Fundações do Leninismo, de 1924. Ele então avançou à supressão das minorias étnicas soviéticas, incluindo judeus, tártaros da Crimeia e ucranianos.

Adolf Hitler, que admirava Stálin por sua crueldade e o chamava de “gênio”, foi também muito influenciado por Marx. “Aprendi muito com o marxismo”, disse Hitler, “como não hesito em admitir”. Durante a juventude, Hitler “nunca evitava a companhia de marxistas” e acreditava que enquanto o “social-democrata pequeno-burguês … jamais fará um Nacional Socialista … o comunista sempre fará”.

As “diferenças com os comunistas” de Hitler, argumentou Watson, “eram menos ideológicas que táticas”. Hitler adotou o nacionalismo alemão de modo a “não competir com o marxismo em seu próprio campo”, mas reconheceu explicitamente que “‘a totalidade do nacional socialismo’ era baseada em Marx”. Portanto, não é de se surpreender que a Alemanha Nazista, com seus campos de concentração e polícia secreta onipresente, veio a lembrar tanto a União Soviética.

Quanto os nazistas aprenderam com os soviéticos?

Em suas memórias publicadas em 1947, Comandante de Auschwitz: A Autobiografia de Rudolf Hoess, Hoess lembrou que os alemães sabiam do programa de extermínio soviético de inimigos do Estado através de trabalhos forçados desde 1939. “Se, por exemplo, ao construir um canal os internos de um campo [soviético] fossem exauridos, milhares de kulaks [fazendeiros atacados por Lênin e Stálin como ‘burgueses’] ou outros elementos não confiáveis novos eram convocados, que, por sua vez, seriam consumidos”. Os nazistas usariam a mesma tática com os trabalhadores escravos judeus, por exemplo em fábricas de munição.

Após a sua invasão da União Soviética em 1941, escreveu Watson, os alemães coletaram informações sobre a imensa escala do sistema de campos soviéticos e ficaram impressionados com “o preparo soviético para destruir categorias inteiras de pessoas através de trabalhos forçados”.

Depois que a guerra terminou, Stálin estava profundamente preocupado com o que os alemães sabiam a respeito do sistema de campos soviéticos e dos crimes que os soviéticos cometeram nos territórios que conquistaram após a assinatura do Pacto de Molotov-Ribbentrop. Ele mandou Andrey Vyshinsky, o arquiteto do Grande Expurgo de Stálin (1936-1938), a Nuremberg para desviar a atenção do tribunal de crimes de guerra de linhas investigativas inconvenientes.

Hoje sabemos do número agregado de pessoas que morreram como resultado do experimento socialista, mas o terror comunista continua a ser coberto por uma névoa ontológica. Dessa forma, o extermínio dos judeus pelos nazistas é geralmente condenado como um exemplo de ódio racial. Em contraste, o extermínio soviético de grupos específicos de pessoas é geralmente visto como uma parte muito menos tóxica da “luta de classes”.

A teoria marxista da história focou-se na luta de classes e supôs que o feudalismo estava destinado a ser substituído pelo capitalismo. O capitalismo, por sua vez, estava destinado a dar caminho ao comunismo. Marx considerava a si mesmo principalmente com um cientista e pensava que tinha descoberto uma lei imutável da evolução das instituições humanas, do barbarismo em um extremo ao comunismo no outro. (Daí a ideia do “socialismo científico” que Engels promoveu depois da morte de Marx.)

Povos que haviam parado no feudalismo, como os eslavos, “e também bascos, bretões e escoceses das terras altas” não poderiam progredir direto do feudalismo para o comunismo. Eles teriam de ser exterminados – de modo a não atrasar todos os outros! Watson observou, “Eles eram lixo racial, como Engels os chamou, e só serviam para o monte de estrume da história”.

Como, então, devemos pensar em socialismo e raça? E a resposta a essa pergunta incidiria sobre a distinção que foi feita entre as atrocidades nazistas e as comunistas?

Em seu livro de 1902, Antecipações da Reação ao Progresso Mecânico e Científico sobre a Vida e o Pensamento Humanos, H. G. Wells escreveu, “Há uma disposição no mundo, de que os franceses partilham, de subestimar grosseiramente a perspectivas de todas as coisas francesas, derivada, até onde sei, dos fatos de que os franceses foram derrotados pelos alemães em 1870, e de que eles não copulam com as fezes de coelhos ou negros”.
“Devo confessar”, continuou ele, que “não vejo o negro e o irlandês pobre e todas as varreduras emigrantes da Europa, que constituem o grosso do Abismo Americano, se unindo para formar aquele grande partido socialista”.
Note a facilidade com que o escritor socialista de best-sellers como A Máquina do Tempo (1895), A Ilha do Dr. Moreau (1896), O Homem Invisível (1897) e Guerra dos Mundos (1898) mistura brancos atrasados a negros atrasados.

Para Wells, ambos eram primitivos e, consequentemente, inaptos para serem os portadores da chama do socialismo. Isso está em perfeita conformidade com a teoria da história de Marx, que era, por definição, universal em sua aplicabilidade. A criação da utopia socialista, portanto, dependia do extermínio de todas as raças, entendidas amplamente, que fossem um empecilho à revolução socialista. Como tais, incluíam “bosquímanos” negros e bretões brancos.

Contrariamente a Marx, a utopia de Hitler não era universal. Hitler, líder do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei), queria criar o socialismo apenas em um país, a Alemanha. O ódio de Hitler por judeus, por exemplo, tinha parcial raiz em sua crença de que o capitalismo e a judiaria mundial eram dois lados da mesma moeda. Como ele notoriamente perguntou uma vez, “De que forma, como um socialista, você consegue não ser um antissemita?”

Para atingir os seus objetivos socialistas, escreveu Götz Aly em seu livro de 2008, Os Beneficiários de Hitler: Pilhagem, Guerra Racial e o Estado de Bem-Estar Social Nazista, os alemães confiscaram ouro, comida, roupas e máquinas ao longo dos territórios que conquistaram. Também obrigavam os povos subjugados a trabalhar em campos de trabalhos forçados e extermínio, além de fábricas.

Concluindo, a velha distinção entre os crimes do Nacional Socialismo (como puramente racista) e o socialismo propriamente dito (como livre de um componente racial) parece insustentável. Ambos os perpetradores das atrocidades nazistas (isto é, os alemães) e as suas vítimas, incluindo os judeus e os eslavos, eram brancos. Dessa forma, as atrocidades nazistas não fazem muito sentido na definição estrita de racismo (isto é, negro versus branco). Fazem sentido de fato no contexto maior – a necessidade percebida de exterminar todos os povos que fossem obstáculos à consecução do ideal utópico de Hitler.

Mas o mesmo pode ser dito sobre as atrocidades comunistas. Os primeiros socialistas certamente brincaram com a ideia da inferioridade racial das raças mais negras (isto é, definição estrita do racismo), mas no fim adotaram um programa de genocídio que era mais abrangente. O melhor que pode ser dito dos socialistas, portanto, é que suas vítimas foram, de acordo com as aspirações universais do marxismo, mais diversas que as de Hitler. Esperamos que esse não seja o tipo de inclusividade que o Black Lives Matter em ambos os lados do Atlântico busca.

***

* Marian L. Tupy é analista sênior de política no Centro pela Liberdade e Prosperidade Global no Instituto Cato. Publicação original: CAPX, 10 de novembro de 2017.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Marxismo X Cristianismo - A degradação de uma fé

E ele mesmo ainda deixa bem claro que o cristianismo é um lixo:

A GUERRA contra quaisquer CRISTÃO é para nós lei inabalável. Não cremos em postulados eternos de moral, e haveremos de desmascarar o embuste. A moral comunista é sinônimo de luta pelo robustecimento da ditadura proletária” - Vladimir Lenin

Se os brasileiros que aderem aos atuais movimentos feministas, abortistas, gayzistas, racialistas, liberacionistas e ambientalistas estudassem ao menos um pouquinho a história e a unidade por trás de suas manifestações esquerdistas isoladas, talvez um ou dois (não, você aí da Mobilização em Ambientes Virtuais, criada pelo PT, não: você não tem salvação) pensassem duas vezes antes de continuarem sendo usados como massa de manobra revolucionária.

As pessoas se iludem quando pensam no marxismo como doutrina econômica ou política. Economia e política são meros pontos. Marx não acreditava ter apenas as resposta para os problemas econômicos. Acreditava ter todas as respostas para todos os problemas.

O narxismo, na verdade, é uma crença, uma visão de mundo, uma fé. O socialismo nada mais é do que a aplicação dessa fé por um governo totalitário. O comunismo, por sua vez, é apenas a escatologia marxista, o suposto mundo paradisíaco que brotaria de suas profecias.

Então, por estas e outras diversas manifestações opositoras ao que se crê como Bíblico, que tento entender como alguém que vai a uma igreja cristã, senta sua bunda num banco por horas dizendo adorar ao criador representado neste livro sagrado, clama por sua ajuda e quando se afasta das paredes dos templos faz pactos com o opositor do "seu" Deus!! ... 

Dá pra comer com Deus e com o Diabo e continuar de bem com os dois!?

O nosso país está nesta situação não porque os líderes são escrotos, mas porque a massa cristã em sua extrema maioria tem se afastado tanto dos princípios verdadeiros de que deveriam defender, vivendo e pregando tantas asneiras que Deus nos dá as costas como resposta, e colhemos o resultado de nossa falência espiritual.

O problema é que em se tratando de nação, não apenas os pervertidos são punidos, mas todos colhem os frutos daqueles que defendem esta fé marxista, um evangelho que não admite rival.

Só para finalizar, vou lembrar que os marxistas convictos sabem da incompatibilidade entre sua crença e a fé cristã. Os cristãos ainda se iludem com uma possível amizade entre ambos; "... para Marx, de qualquer forma, a religião cristã é uma das mais imorais que há." (Mclellan, op. Cit., p.54). E Lenin, que transformou a teoria marxista em política real, apenas seguiu seu guru. E você, está seguindo qual "guru"!?

ALGUMAS FRASES CELEBRES:
“Por enquanto, a única alternativa concreta é somente uma negação.”
(Herbert Marcuse)

“Precisamos odiar. O ódio é a base do comunismo. As crianças devem ser ensinadas a odiar seus pais se eles não são comunistas.”
(V. I. Lenin)

“Somos favoráveis ao terrorismo organizado – isto deve ser admitido francamente.”
(Lenin)

“A principal missão dos outros povos (exceto os alemães, os húngaros e os poloneses) é perecer no Holocausto revolucionário… Esse lixo étnico continuará sendo, até o seu completo extermínio ou desnacionalização, o mais fanático portador da contrarrevolução.”
(Karl Marx)

“As classes e raças, demasiado fracas para dominar as novas condições de vida, devem sucumbir.”
(Karl Marx)

“Não temos compaixão e não lhe pedimos compaixão alguma. Quando chegar a nossa vez, não inventaremos pretextos para o terror.”
(Karl Marx)

Wagner Miranda

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